Marketing Pessoal para Universitários
Por Ari Lima
jari_limaj@yahoo.com.br
O marketing pessoal está se tornando uma necessidade vital na carreira de todo profissional liberal. Mas qual será o momento mais oportuno de iniciar este conjunto de ações voltadas para a promoção da imagem pessoal e profissional?
Sabemos que, hoje em dia, em função da grande competitividade profissional, médicos, advogados, engenheiros, dentistas, psicólogos e profissionais em geral, precisam construir seus próprios espaços profissionais. No entanto, quanto mais cedo este profissional começar a preparar seu marketing pessoal, melhores serão suas chances quando tiver concluído o curso.
Muitos estudantes pensam em continuar os estudos fazendo um mestrado ou pós-graduação, tendo em vista a necessidade de estar melhor qualificado para disputar o mercado de trabalho, quando na verdade precisariam mesmo era de um bom marketing pessoal.
Defendemos que todo estudante comece a desenvolver seu marketing pessoal, desde o início de seu curso universitário. Inicie fazendo um planejamento completo de sua futura carreira, especificando cada aspecto e definindo:
• Objetivos pessoais, profissionais, financeiros;
• Foco de mercado: quem serão seus clientes, em que área específica gostaria de atuar;
• Em que tipos de empresas gostaria de fazer estágio, e como pretende conseguir estes estágios;
• Quem serão os professores (mentores), com o/os qual/is buscará maior aproximação, experiência e apoio;
• Qual o plano de estudo que desenvolverá visando se preparar melhor para disputar o mercado de trabalho;
• Como procederá para construir uma imagem positiva junto a colegas de faculdade, professores e empresas vinculadas à sua área de atuação;
• Como conseguirá uma maior exposição profissional.
Estas são apenas algumas das ações que precisará desenvolver ao longo de sua vida acadêmica. O fundamental é ter um plano e procurar desenvolvê-lo com o passar do tempo, adaptando-o às circunstâncias e oportunidades.
Utilize o estágio como um meio de conhecer as empresas de seu ramo, fazendo o possível para deixar sempre uma boa imagem profissional, pois poderá vir no futuro a disputar uma vaga já como profissional nestas empresas.
Também achamos fundamental o conhecimento do seu ramo com relação ao público alvo, às tendências futuras e aos movimentos passados. Este conhecimento poderá ser adquirido através de pesquisa junto a professores, internet, revistas especializadas, experiência nos estágios, etc.
A conclusão a que chegamos é a seguinte: o marketing pessoal não é uma decisão de projeção de imagem que se toma num instante específico da carreira profissional. Antes disso, é um conjunto de ações que se deve incorporar ao dia a dia de todo profissional, acrescentando esse procedimento às suas qualificações. Agindo assim, os estudantes poderão obter melhores resultados na profissão que escolherem.
Por Ari Lima
jari_limaj@yahoo.com.br
O marketing pessoal está se tornando uma necessidade vital na carreira de todo profissional liberal. Mas qual será o momento mais oportuno de iniciar este conjunto de ações voltadas para a promoção da imagem pessoal e profissional?
Sabemos que, hoje em dia, em função da grande competitividade profissional, médicos, advogados, engenheiros, dentistas, psicólogos e profissionais em geral, precisam construir seus próprios espaços profissionais. No entanto, quanto mais cedo este profissional começar a preparar seu marketing pessoal, melhores serão suas chances quando tiver concluído o curso.
Muitos estudantes pensam em continuar os estudos fazendo um mestrado ou pós-graduação, tendo em vista a necessidade de estar melhor qualificado para disputar o mercado de trabalho, quando na verdade precisariam mesmo era de um bom marketing pessoal.
Defendemos que todo estudante comece a desenvolver seu marketing pessoal, desde o início de seu curso universitário. Inicie fazendo um planejamento completo de sua futura carreira, especificando cada aspecto e definindo:
• Objetivos pessoais, profissionais, financeiros;
• Foco de mercado: quem serão seus clientes, em que área específica gostaria de atuar;
• Em que tipos de empresas gostaria de fazer estágio, e como pretende conseguir estes estágios;
• Quem serão os professores (mentores), com o/os qual/is buscará maior aproximação, experiência e apoio;
• Qual o plano de estudo que desenvolverá visando se preparar melhor para disputar o mercado de trabalho;
• Como procederá para construir uma imagem positiva junto a colegas de faculdade, professores e empresas vinculadas à sua área de atuação;
• Como conseguirá uma maior exposição profissional.
Estas são apenas algumas das ações que precisará desenvolver ao longo de sua vida acadêmica. O fundamental é ter um plano e procurar desenvolvê-lo com o passar do tempo, adaptando-o às circunstâncias e oportunidades.
Utilize o estágio como um meio de conhecer as empresas de seu ramo, fazendo o possível para deixar sempre uma boa imagem profissional, pois poderá vir no futuro a disputar uma vaga já como profissional nestas empresas.
Também achamos fundamental o conhecimento do seu ramo com relação ao público alvo, às tendências futuras e aos movimentos passados. Este conhecimento poderá ser adquirido através de pesquisa junto a professores, internet, revistas especializadas, experiência nos estágios, etc.
A conclusão a que chegamos é a seguinte: o marketing pessoal não é uma decisão de projeção de imagem que se toma num instante específico da carreira profissional. Antes disso, é um conjunto de ações que se deve incorporar ao dia a dia de todo profissional, acrescentando esse procedimento às suas qualificações. Agindo assim, os estudantes poderão obter melhores resultados na profissão que escolherem.
Por Ari Lima
jari_limaj@yahoo.com.br
O marketing pessoal está se tornando uma necessidade vital na carreira de todo profissional liberal. Mas qual será o momento mais oportuno de iniciar este conjunto de ações voltadas para a promoção da imagem pessoal e profissional?
Sabemos que, hoje em dia, em função da grande competitividade profissional, médicos, advogados, engenheiros, dentistas, psicólogos e profissionais em geral, precisam construir seus próprios espaços profissionais. No entanto, quanto mais cedo este profissional começar a preparar seu marketing pessoal, melhores serão suas chances quando tiver concluído o curso.
Muitos estudantes pensam em continuar os estudos fazendo um mestrado ou pós-graduação, tendo em vista a necessidade de estar melhor qualificado para disputar o mercado de trabalho, quando na verdade precisariam mesmo era de um bom marketing pessoal.
Defendemos que todo estudante comece a desenvolver seu marketing pessoal, desde o início de seu curso universitário. Inicie fazendo um planejamento completo de sua futura carreira, especificando cada aspecto e definindo:
• Objetivos pessoais, profissionais, financeiros;
• Foco de mercado: quem serão seus clientes, em que área específica gostaria de atuar;
• Em que tipos de empresas gostaria de fazer estágio, e como pretende conseguir estes estágios;
• Quem serão os professores (mentores), com o/os qual/is buscará maior aproximação, experiência e apoio;
• Qual o plano de estudo que desenvolverá visando se preparar melhor para disputar o mercado de trabalho;
• Como procederá para construir uma imagem positiva junto a colegas de faculdade, professores e empresas vinculadas à sua área de atuação;
• Como conseguirá uma maior exposição profissional.
Estas são apenas algumas das ações que precisará desenvolver ao longo de sua vida acadêmica. O fundamental é ter um plano e procurar desenvolvê-lo com o passar do tempo, adaptando-o às circunstâncias e oportunidades.
Utilize o estágio como um meio de conhecer as empresas de seu ramo, fazendo o possível para deixar sempre uma boa imagem profissional, pois poderá vir no futuro a disputar uma vaga já como profissional nestas empresas.
Também achamos fundamental o conhecimento do seu ramo com relação ao público alvo, às tendências futuras e aos movimentos passados. Este conhecimento poderá ser adquirido através de pesquisa junto a professores, internet, revistas especializadas, experiência nos estágios, etc.
A conclusão a que chegamos é a seguinte: o marketing pessoal não é uma decisão de projeção de imagem que se toma num instante específico da carreira profissional. Antes disso, é um conjunto de ações que se deve incorporar ao dia a dia de todo profissional, acrescentando esse procedimento às suas qualificações. Agindo assim, os estudantes poderão obter melhores resultados na profissão que escolherem.
Por Ari Lima
jari_limaj@yahoo.com.br
O marketing pessoal está se tornando uma necessidade vital na carreira de todo profissional liberal. Mas qual será o momento mais oportuno de iniciar este conjunto de ações voltadas para a promoção da imagem pessoal e profissional?
Sabemos que, hoje em dia, em função da grande competitividade profissional, médicos, advogados, engenheiros, dentistas, psicólogos e profissionais em geral, precisam construir seus próprios espaços profissionais. No entanto, quanto mais cedo este profissional começar a preparar seu marketing pessoal, melhores serão suas chances quando tiver concluído o curso.
Muitos estudantes pensam em continuar os estudos fazendo um mestrado ou pós-graduação, tendo em vista a necessidade de estar melhor qualificado para disputar o mercado de trabalho, quando na verdade precisariam mesmo era de um bom marketing pessoal.
Defendemos que todo estudante comece a desenvolver seu marketing pessoal, desde o início de seu curso universitário. Inicie fazendo um planejamento completo de sua futura carreira, especificando cada aspecto e definindo:
• Objetivos pessoais, profissionais, financeiros;
• Foco de mercado: quem serão seus clientes, em que área específica gostaria de atuar;
• Em que tipos de empresas gostaria de fazer estágio, e como pretende conseguir estes estágios;
• Quem serão os professores (mentores), com o/os qual/is buscará maior aproximação, experiência e apoio;
• Qual o plano de estudo que desenvolverá visando se preparar melhor para disputar o mercado de trabalho;
• Como procederá para construir uma imagem positiva junto a colegas de faculdade, professores e empresas vinculadas à sua área de atuação;
• Como conseguirá uma maior exposição profissional.
Estas são apenas algumas das ações que precisará desenvolver ao longo de sua vida acadêmica. O fundamental é ter um plano e procurar desenvolvê-lo com o passar do tempo, adaptando-o às circunstâncias e oportunidades.
Utilize o estágio como um meio de conhecer as empresas de seu ramo, fazendo o possível para deixar sempre uma boa imagem profissional, pois poderá vir no futuro a disputar uma vaga já como profissional nestas empresas.
Também achamos fundamental o conhecimento do seu ramo com relação ao público alvo, às tendências futuras e aos movimentos passados. Este conhecimento poderá ser adquirido através de pesquisa junto a professores, internet, revistas especializadas, experiência nos estágios, etc.
A conclusão a que chegamos é a seguinte: o marketing pessoal não é uma decisão de projeção de imagem que se toma num instante específico da carreira profissional. Antes disso, é um conjunto de ações que se deve incorporar ao dia a dia de todo profissional, acrescentando esse procedimento às suas qualificações. Agindo assim, os estudantes poderão obter melhores resultados na profissão que escolherem.
Postado pela professora Lourdinha Dantas
domingo, 22 de março de 2009
sábado, 21 de março de 2009
Vale a pena ler: A versão da vida real de "Quem Quer Ser Um Milionário?"
O filme "Quem Quer Ser Um Milionário?", no qual um garoto pobre indiano vence um programa de perguntas e respostas, conquistou oito Oscar. O país é lar de um homem com uma história semelhante - Harsh Nawathe, que se transformou em milionário em 2000 em um programa de TV. Hoje ele ajuda a educar crianças nas favelas.
Harshvardhan Nawathe está sentado diante de uma pequena televisão em seu minúsculo apartamento no norte da cidade. É uma noite de domingo no início de março, uma semana após a cerimônia de premiação do Oscar, e Nawathe está assistindo a um programa de entrevistas chamado "Nós, o Povo". Os convidados no programa estão debatendo o filme "Quem Quer Ser Um Milionário?" ("Slumdog Millionaire", ou "cão de favela milionário" em uma tradução ao pé da letra), que conquistou oito Oscar. Eles -e o restante da Índia- estão discutindo o assunto há dias.
Harshvardhan, que é conhecido pelo apelido de Harsh na Índia, também foi convidado para participar do programa. O assunto é se o filme, no qual um menino órfão das favelas vence um programa de perguntas e respostas e se torna milionário é ofensivo para a Índia, ou se a Índia deve se orgulhar do sucesso do filme no Oscar. Harsh recusou o convite.
Ele desliga a TV, pega seu filho de quatro meses e o coloca em seus braços. Então ele fala com o bebê e faz caretas para ele, como os especialistas recomendam no livro "Baby Minds Brain-Building", que ele está lendo. Ele quer assegurar que Saraansch cresça inteligente, como seu pai.
Nawathe não quer ter nada a ver com toda a comoção em torno de "Quem Quer Ser Um Milionário?", pois como pai ele não tem mais tempo. Ele trabalha com crianças nas favelas de Mumbai (a antiga Bombaim) como parte de uma fundação que paga por professores, livros escolares, roupas e cursos de informática, para que nenhuma das crianças em seus programas deixem a escola sem se formar.
Provavelmente não há ninguém na Índia que tenha mais a dizer sobre "Quem Quer Ser Um Milionário?" quanto Nawathe. Ele assistiu ao filme pouco depois de seu lançamento na Índia,em janeiro. Ele e sua esposa tomaram um táxi riquixá até o cinema mais próximo, onde apenas as duas últimas filas estavam ocupadas. Como de costume nos cinemas de Mumbai, o público se levantou e cantou o hino nacional indiano antes do início do filme. Logo após seu início, quando o protagonista Jamal pula em uma fossa cheia de excremento, a esposa de Nawathe perdeu o apetite e parou de comer sua pipoca. Ela considerou a cena repulsiva e sentiu que sua honra como mulher indiana foi ofendida. Nawathe também ficou decepcionado. Mas, afinal, era apenas um filme. Um conto de fadas de Hollywood -ou Bollywood. De qualquer forma -apenas um filme. A realidade é diferente, ele pensou, minha vida é real.
Nawathe é o verdadeiro "Slumdog Millionaire". Ele foi o primeiro e até hoje o único vencedor do grande prêmio do programa chamado "Kaun Banega Crorepati" (KBC), a versão indiana de "Who Wants to Be a Millionaire?" ("Quem quer ser um milionário?" ou "Show do Milhão" na versão brasileira). Até hoje, ninguém conseguiu chegar tão longe no programa quanto Nawathe.
Há mais de oito anos, em 19 de outubro de 2000, Nawathe conquistou 10 milhões de rúpias (US$ 195 mil), o maior prêmio possível na época. Um terço de toda a Índia, ou cerca de 350 milhões de pessoas, ficaram coladas diante de seus televisores em casa, ou diante das vitrines de lojas de eletrodomésticos para assistir Nawathe, um estudante pobre na época. Até hoje, ele ainda é reconhecido nas ruas de Mumbai, onde é um herói folclórico, e sua história é muito mais popular na Índia do que o filme "de Hollywood". O que a fama faz a alguém que veio do ponto mais baixo da sociedade e repentinamente se vê no topo? Quanto tempo o sonho dura? E o que acontece depois?
Nawathe viu muitas imagens e leu muitos artigos após aquela noite do Oscar. Ele viu Rubina Ali e Azharuddin Ismail, 9 e 10 anos, os atores amadores de "Quem Quer Ser Um Milionário?", no tapete vermelhoem Los Angeles. Ele os viu serem recebidos no aeroporto em Mumbai por um comboio de carros, viu guirlandas de flores serem colocadas em seus pescoços, viu o comboio percorrer a cidade até a favela onde vivem. Ela se chama Garib Nagar, ou Lugar Pobre. Ele viu imagens de Azharuddin, que interpretou o irmão do protagonista Jamal no filme, sentado em uma cadeira de plástico diante de um barraco feito de metal corrugado, fazendo os gestos bacanas que aprendeu no tapete vermelho, exibindo o sorriso que todo mundo ama, e fazendo o V de vitória com os dedos.
Ele também viu como o pai de Azharuddin bateu no menino, porque ele tinha prometido à imprensa uma entrevista e Azharuddin se cansou de responder tantas perguntas. Foi apenas um tapa, mas com consequências. Ele leu que o menino agora tem um grupo de autoproclamados conselheiros, que fazem hora diante do barraco e falam com os jornalistas, que dão rúpias aos "conselheiros" por cada história. Havia fotos do pai batendo no menino, e a história foi publicada em jornais de todo o mundo. Depois disso, Azharuddin teve que dar mais entrevistas, e a ministra indiana do Desenvolvimento da Mulher e da Criança ameaçou ordenar uma investigação do caso, e o pai pediu desculpas. Agora vizinhos enciumados e que se regozijam com a desgraça alheia vão ao barraco e discutem com os pais de Azharuddin, dizendo que seus filhos seriam melhores no papel e perguntando a respeito de onde foi parar o dinheiro que o menino ganhou com o filme e quando se mudarão para um novo apartamento.
O noticiário faz Hawathe lembrar de sua própria história. Ele sabe como é a fama seguida pela decepção. Ele poderia ensinar crianças famosas como Garib Nagar uma coisa ou duas. Ele sabe o quanto a fama é perigosa. Não perca tempo, em vez disso volte para a escola!
Nawathe, um homem modesto e com os pés no chão, de 35 anos, fez algo de sua vida, apesar da fama, tentações e dos muitos milhões. Sua vitória às vezes foi como uma maldição, porque ele não estava preparado para ela.
Ele nunca foi uma criança das favelas. Em vez disso, ele foi um daqueles meninos bem-comportados retratados nos cartazes usados para ensinar bons hábitos para as crianças nas escolas indianas, os mesmos cartazes que são vendidos em mercados de pulgas no Ocidente. Ele era um bom hindu, diligente, limpo e pontual, sempre demonstrando respeito pelos mais velhos. Ele veio de uma família de renda modesta, mas seus pais cuidaram dele. Sua mãe cuidou para que recebesse uma boa educação, e seu pai, um policial que trabalhava na unidade anticorrupção, lhe contava histórias de ninar sobre fraudes e evasões fiscais, assim como lia para ele o "Mahabharata", o épico heróico ancestral da Índia.
Há oito anos, quando Nawathe tinha 27 anos, ele queria se tornar detetive da polícia como seu pai. Ele passou meses estudando para o exame de admissão da polícia, considerado um dos mais difíceis do país, estudando críticas literárias e aprendendo sobre leis, história e ciência política. À noite, ele deixava de lado seus livros no minúsculo apartamento da família, no sétimo andar de um prédio surrado e, com sua mãe, assistia ao novo programa do qual todos estavam falando.
Seu ator favorito, Amitabh Bachchan, era o apresentador do programa, um homem grande e de voz estrondosa que os indianos chamam de "Big B" (o grande B). Um protagonista popular nos filmes de Bollywood dos anos 70, Bachchan é o ator cujo autógrafo Jamal pula na fossa para obter em "Quem Quer Ser Um Milionário?" Quando Nawathe e sua mãe assistiam ao programa, ele sabia todas as respostas, de forma que ela o convenceu a se candidatar.
Em outubro de 2000, Nawathe estava sentado no estúdio do "KBC" na Film City de Mumbai para participar de uma rodada classificatória, conhecida na Índia como "O Dedo Mais Rápido Primeiro". Foi pedido aos candidatos que colocassem vários presidentes em ordem cronológica. Nawathe levou 9,1 segundos. A câmera deu um zoom nele e Bachchan o conduziu à cadeira do candidato. Nawathe olhou para a tela, sem dizer uma palavra. Era brincadeira para ele. Ele estava bem preparado.
Em que Estado fica o Templo Tirupati, perguntou o apresentador?Em Andhra Pradesh , respondeu Nawathe. Ele já rezou lá com seus pais, ele disse.
Qual era o primeiro nome da esposa do último governador da Índia? Edwina, esposa do lorde Mountbatten, disse Nawathe. Já houve algo entre ela e Nehru, o primeiro primeiro-ministro da Índia.
Qual foi a primeira mulher a se tornar primeira-ministra no mundo? Indira Gandhi, Golda Meir, Margaret Thatcher? Resposta C: Sirimavo Bandaranaike do Sri Lanka
E então vieram duas perguntas sobre o épico heróico que seu pai costumava ler para ele na cama. Além de ter uma memória fenomenal, Nawathe estava com sorte naquele dia.
A pergunta de 320 mil rúpias tinha uma pegadinha, e Nawathe ficou desnorteado por um momento. Quem é o presidente do Paquistão? Nawathe perguntou à plateia. A resposta para 70% foi Pervez Musharraf. Mas Nawathe sabia que Musharraf tinha chegado ao poder em um golpe, e que nunca foi eleito. Tinha que ser Rafiq Tarar, sobre o qual tinha lido no jornal. Tinha que ser a resposta C, aquela com menos votos do público. Bachchan, encantado, não pressionou o candidato. "Registre", ele disse, "resposta C".
A última pergunta, a questão 15, era sobre a Constituição da Índia -algo fácil para Nawathe. "Tem certeza?", perguntou Bachchan. "Claro", respondeu Nawathe. "Este é um momento histórico", disse Bachchan. "Não vão embora. Este garoto está jogando por sua vida!" Corte para os comerciais.
Três minutos depois, Nawathe era o homem de 10 milhões de rúpias da Índia. Ao erguer desajeitadamente seus braços para o alto, confete começou a ser despejado do teto do estúdio, mulheres choravam e alguém trouxe o cheque. Após o programa, Bachchan chamou o garoto de lado e disse: "Sua vida vai mudar". "Do que ele estava falando?", pensou Nawathe, enquanto concordava com a cabeça educadamente.
'Minha vida continua'
Então sua nova vida começou. O programa era gravado, não ao vivo, e a exibição só ocorreria alguns dias depois. Os amigos telefonaram. "Você ganhou?", eles perguntaram. Não, mentiu Nawathe. Ele tinha assinado um contrato com a emissora, a Star TV, e ainda não podia dizer nada sobre a vitória. Todavia, a imprensa tomou conhecimento de sua vitória e cercou seu apartamento. A emissora o colocou em um hotel com nome falso. No hotel, cercado por sacolas de compras cheias de roupas novas, ele caminhava pelos corredores e se sentiu aprisionado por sua sorte.
O caos estourou em Mumbai na noite da exibição do programa. Multidões se reuniram na Film City, formando comboios de carros, com buzinaço e canções pop hindi em alto volume. O programa contou com uma audiência de 33%, a maior em anos.
Por todo o ano seguinte, Hawathe se sentiu como se estivesse vivendo em um filme, mas era o errado. Ele recebia diariamente cestas de cartas, nas quais os fãs pediam autógrafos, doações para seus templos, para conhecê-lo ou para se casar com ele. Todo mundo apertava sua mão, o abraçava, na esperança de pegar um pouco de sua sorte. Apesar de seu pai já estar aposentado há 7 anos, correram rumores de que ele tinha subornado o apresentador, Bachchan, que esteve envolvido em um escândalo de impostos na época. Como especialista em corrupção, eles argumentavam, o pai de Nawathe devia saber como cometê-la.
A vida de Nawathe ficou repentinamente cheia de consultores de relações públicas, que o convenceram a fazer 800 aparições, cortar inúmeras fitas em cerimônias de inauguração, aparecer em festas de filmes e eventos políticos, abrir butiques de jeans, docerias e fazer comerciais para biscoitos. Até hoje, ainda há oito shopping centers em Mumbai que levam seu nome.
Ele foi usado e transformado em marca, um exemplo vivo do ditado: "Todo mundo pode chegar lá, até você!" Ele não tinha que aceitar tudo, mas era educado demais, e talvez também tenha sido seduzido e ficado deslumbrado com todo o glamour.
Às vezes seus pais perguntavam: o que você quer fazer na vida? Ele começou a sair muito, com jogadores de críquete e astros de Bollywood. Mas eles eram celebridades e ele apenas um felizardo discreto -eram amigos fugazes. No final do dia ele voltava ao apartamento de seus pais, abria o sofá-cama e dormia ao lado de seus livros.
A certa altura, Nawathe percebeu que tinha perdido. Ele era dono de um carro, um relógio e investimentos, mas carecia de um plano. Ele ficou preguiçoso, vivendo apenas o momento. Ele ficou deprimido, escreveram os jornais.
Ele se mudou para Edimburgo para obter um MBA e aos poucos sua vida melhorou. Lá, ele não era mais uma celebridade e não era seguido pela imprensa, que foi proibida de entrar no campus da universidade. Ele concluiu seu curso com honras. Quando o superastro indiano Shahrukh Kahn foi contratado para apresentar a temporada seguinte do "KBC", os jornalistas telefonaram para Nawathe para perguntar o que achava do novo programa. "Minha vida continua", ele disse, "eu não assisto mais".
Ele queria voltar para casa, porque sabia que a fama na mídia e o fracasso que se segue são um fenômeno global, algo que acontece em toda parte. Mas em Mumbai, uma cidade de cinema apaixonada por seus astros, é uma história diferente. Em Mumbai, uma pessoa ou é consumida ou reinventa a si mesma. Se há um lugar onde é possível recomeçar, é em Mumbai, uma cidade feita para recomeços.
Nawathe mudou o número de seu celular, cancelou todos os contratos, se mudou para um pequeno apartamento, jogou fora as fotos velhas e artigos de jornal e se casou. Mas Nawathe pediu para sua mãe encontrar uma mulher que soubesse lidar com o mundo glamouroso de Bollywood sem se impressionar com ele. Antes do nascimento do bebê do casal, Sarika, a esposa de Nawathe, era uma atriz de novela. Ela diz: "Ele é muito sensível". Ele diz: "A vida é melhor com ela". Levou tempo para ele encontrar um trabalho que o deixasse satisfeito. A maioria dos empregos que lhe eram oferecidos envolvia promover algo.
Nos últimos dois anos, Nawathe é o vice-gerente geral de direitos da criança da Fundação Naandi, uma ONG indiana. Sua história poderia servir de material para um filme ainda melhor: O verdadeiro "Slumdog Millionaire" da Índia, o homem que sabe todas as respostas, está ajudando as crianças esquecidas de Mumbai a lidar de modo mais eficaz com a vida. Nawathe diz: "É hora de retribuir parte do meu sucesso". Poucas pessoas na Índia conhecem esta parte de sua história.
O problema é que ninguém está interessado. A pobreza é tabu na Índia e é considerada vergonhosa. Este é o motivo para "Quem Quer Ser Um Milionário?" ser tão controverso aqui. Por anos, o setor de turismo indiano usou o slogan publicitário "Índia Incrível". A mensagem que busca transmitir é a de que a Índia é incrivelmente bela, não incrivelmente problemática. E então surge este filme, de um diretor britânico, sobre um moleque pobre de Mumbai cuja mãe é assassinada por hindus fanáticos, um menino que mendiga e rouba e cujo irmão se torna um capanga de traficantes. Para os indianos, é um filme feito de clichês -e um insulto.
"Quem Quer Ser Um Milionário?" é particularmente ofensivo para o orgulho nacional da classe média indiana em ascensão. Os cinemas onde o filme está sendo exibido estão vazios, e muitos cartazes foram rasgados. Big Bachchan, o ex-apresentador do "KBC", não dá muita atenção ao filme, e um renomado diretor indiano, escrevendo para a revista "India Today", se queixa: "A Índia não é a Somália. Nós somos uma das principais potências nucleares. Nossos inspetores de polícia não ficam sentados em delegacias que parecem choças, e não há crianças cegas mendigando nas ruas de Mumbai. O filme é uma depreciação deliberada de nosso país".
Aravind Adiga chama o que está acontecendo atualmente na Índia de "efeito Slumdog". Ele sentiu o mesmo efeito. A história de seu romance de estreia, "O Tigre Branco", é semelhante à do filme, exceto que é contada de forma muito mais maliciosa e provocante. No romance, um homem analfabeto sobe na vida primeiro se tornando um motorista, depois um assassino e finalmente chefe de uma firma de terceirização. É sobre um novo rico na nova Índia, sobre o mundo falso dos ricos e o lado negro do boom.
Adiga, 34 anos, está sentado em um bar em Bandra West em Bandra, no lado chique do trilho do trem, mas não longe da favela onde vivem as crianças estrelas de "Quem Quer Ser Um Milionário?" Ele fala um inglês americano refinado, veste um terno e mocassins de couro, e pede uísque com gelo. As vendas de seu livro na Índia, onde foi arrasado pela crítica, foram miseráveis. Mas é um best-seller no exterior e já foi traduzido para mais de 30 línguas. "Eu o escrevi para os indianos", diz Adiga, "e eles odiaram". Nem mesmo o fato de ter recebido o prêmio Booker em Londres mudou a avaliação deles. Na Índia, ele continua sendo uma pessoa que mancha o nome do seu país, um traidor. "É um pesadelo", ele diz. "Eu insultei meu país e supostamente deveria me sentir culpado. Infelizmente, é verdade. Eu me sinto culpado. A verdadeira ditadura da Índia é a classe média. Eu mesmo sou da classe média."
E agora o país está ofendido de novo, desta vez pelo filme. Apesar de Harsh Nawathe, o verdadeiro "Slumdog Millionaire" da Índia, considerar o filme irreal, ele também entende o motivo de incomodar as pessoas. Quando ele esteve na Inglaterra, uma pessoa lhe perguntou se ainda andavam de elefante na Índia. Ele disse que nunca perdoará o inglês pela pergunta.
Talvez a história de Nawathe tenha inspirado o autor do livro "Rupees! Rupees!", no qual o filme é baseado. Nawathe não sabe. O autor, um diplomata indiano, nunca o contatou, nem Danny Boyle, o diretor de "Quem Quer Ser Um Milionário?" Nawathe vive uma vida discreta atualmente, concentrado em sua família e trabalho. Quando ele vai de carro para Kandivali, um bairro pobre, não há mais câmeras.
Ele está sentado no chão de uma sala de aula, sobre um velho tapete vermelho. Hoje é dia de prova. O conhecimento de matemática e hindi dos alunos será testado. As crianças recebem folhas de papel com várias questões de múltipla escolha. Às vezes elas puxam a manga de Nawathe e lhe perguntam qual é a resposta. Os professores anotam os resultados de cada criança em tabelas. Eles dizem que as crianças estão fazendo progresso. A organização de Nawathe oferece aulas de apoio para alunos atrasados nos estudos, um serviço altamente necessário nas escolas públicas de Mumbai, onde 50 alunos em uma classe típica repetem um mantra de informação que memorizaram enquanto o professor fala ao celular ou lê o jornal.
As crianças são de Poisar, uma favela. Elas não assistiram "Quem Quer Ser Um Milionário?" Por que deveriam? Elas estão familiarizadas com as imagens do filme. Mas admiram Nawathe. Seus pais lhes contaram sobre a vitória no programa de perguntas e respostas anos atrás. Os pais confiam em Nawathe. Eles não mais enviam seus filhos para mendigar ou coletar lixo, mas para frequentar suas aulas. Elas dizem, se alguém pode ensinar nossos filhos, então é ele. Às vezes Nawathe visita os pais em seus barracos e lhes diz: "Se eu desse a seu filho um milhão de rúpias hoje, vocês comprariam joias e carros, e então venderiam tudo de novo. A única moeda que permanece é a educação. É a única que dá retorno".
Ele planeja voar para Nova Déli no próximo dia, mas não para aparecer em um programa de televisão ou algum evento público. Este encontro tratará do futuro. Ele negociará com doadores um aumento dos fundos necessários para aceitar 8 mil crianças adicionais em seu programa de apoio. Será um bom dia -para Nawathe, para Mumbai e para a Índia.
Publicado no Der Spiegel (Jornal alemão) em 21.03.09
Postado pela professora Lourdinha Dantas
Harshvardhan Nawathe está sentado diante de uma pequena televisão em seu minúsculo apartamento no norte da cidade. É uma noite de domingo no início de março, uma semana após a cerimônia de premiação do Oscar, e Nawathe está assistindo a um programa de entrevistas chamado "Nós, o Povo". Os convidados no programa estão debatendo o filme "Quem Quer Ser Um Milionário?" ("Slumdog Millionaire", ou "cão de favela milionário" em uma tradução ao pé da letra), que conquistou oito Oscar. Eles -e o restante da Índia- estão discutindo o assunto há dias.
Harshvardhan, que é conhecido pelo apelido de Harsh na Índia, também foi convidado para participar do programa. O assunto é se o filme, no qual um menino órfão das favelas vence um programa de perguntas e respostas e se torna milionário é ofensivo para a Índia, ou se a Índia deve se orgulhar do sucesso do filme no Oscar. Harsh recusou o convite.
Ele desliga a TV, pega seu filho de quatro meses e o coloca em seus braços. Então ele fala com o bebê e faz caretas para ele, como os especialistas recomendam no livro "Baby Minds Brain-Building", que ele está lendo. Ele quer assegurar que Saraansch cresça inteligente, como seu pai.
Nawathe não quer ter nada a ver com toda a comoção em torno de "Quem Quer Ser Um Milionário?", pois como pai ele não tem mais tempo. Ele trabalha com crianças nas favelas de Mumbai (a antiga Bombaim) como parte de uma fundação que paga por professores, livros escolares, roupas e cursos de informática, para que nenhuma das crianças em seus programas deixem a escola sem se formar.
Provavelmente não há ninguém na Índia que tenha mais a dizer sobre "Quem Quer Ser Um Milionário?" quanto Nawathe. Ele assistiu ao filme pouco depois de seu lançamento na Índia,
Nawathe é o verdadeiro "Slumdog Millionaire". Ele foi o primeiro e até hoje o único vencedor do grande prêmio do programa chamado "Kaun Banega Crorepati" (KBC), a versão indiana de "Who Wants to Be a Millionaire?" ("Quem quer ser um milionário?" ou "Show do Milhão" na versão brasileira). Até hoje, ninguém conseguiu chegar tão longe no programa quanto Nawathe.
Há mais de oito anos, em 19 de outubro de 2000, Nawathe conquistou 10 milhões de rúpias (US$ 195 mil), o maior prêmio possível na época. Um terço de toda a Índia, ou cerca de 350 milhões de pessoas, ficaram coladas diante de seus televisores em casa, ou diante das vitrines de lojas de eletrodomésticos para assistir Nawathe, um estudante pobre na época. Até hoje, ele ainda é reconhecido nas ruas de Mumbai, onde é um herói folclórico, e sua história é muito mais popular na Índia do que o filme "de Hollywood". O que a fama faz a alguém que veio do ponto mais baixo da sociedade e repentinamente se vê no topo? Quanto tempo o sonho dura? E o que acontece depois?
Nawathe viu muitas imagens e leu muitos artigos após aquela noite do Oscar. Ele viu Rubina Ali e Azharuddin Ismail, 9 e 10 anos, os atores amadores de "Quem Quer Ser Um Milionário?", no tapete vermelho
Ele também viu como o pai de Azharuddin bateu no menino, porque ele tinha prometido à imprensa uma entrevista e Azharuddin se cansou de responder tantas perguntas. Foi apenas um tapa, mas com consequências. Ele leu que o menino agora tem um grupo de autoproclamados conselheiros, que fazem hora diante do barraco e falam com os jornalistas, que dão rúpias aos "conselheiros" por cada história. Havia fotos do pai batendo no menino, e a história foi publicada em jornais de todo o mundo. Depois disso, Azharuddin teve que dar mais entrevistas, e a ministra indiana do Desenvolvimento da Mulher e da Criança ameaçou ordenar uma investigação do caso, e o pai pediu desculpas. Agora vizinhos enciumados e que se regozijam com a desgraça alheia vão ao barraco e discutem com os pais de Azharuddin, dizendo que seus filhos seriam melhores no papel e perguntando a respeito de onde foi parar o dinheiro que o menino ganhou com o filme e quando se mudarão para um novo apartamento.
O noticiário faz Hawathe lembrar de sua própria história. Ele sabe como é a fama seguida pela decepção. Ele poderia ensinar crianças famosas como Garib Nagar uma coisa ou duas. Ele sabe o quanto a fama é perigosa. Não perca tempo, em vez disso volte para a escola!
Nawathe, um homem modesto e com os pés no chão, de 35 anos, fez algo de sua vida, apesar da fama, tentações e dos muitos milhões. Sua vitória às vezes foi como uma maldição, porque ele não estava preparado para ela.
Ele nunca foi uma criança das favelas. Em vez disso, ele foi um daqueles meninos bem-comportados retratados nos cartazes usados para ensinar bons hábitos para as crianças nas escolas indianas, os mesmos cartazes que são vendidos em mercados de pulgas no Ocidente. Ele era um bom hindu, diligente, limpo e pontual, sempre demonstrando respeito pelos mais velhos. Ele veio de uma família de renda modesta, mas seus pais cuidaram dele. Sua mãe cuidou para que recebesse uma boa educação, e seu pai, um policial que trabalhava na unidade anticorrupção, lhe contava histórias de ninar sobre fraudes e evasões fiscais, assim como lia para ele o "Mahabharata", o épico heróico ancestral da Índia.
Há oito anos, quando Nawathe tinha 27 anos, ele queria se tornar detetive da polícia como seu pai. Ele passou meses estudando para o exame de admissão da polícia, considerado um dos mais difíceis do país, estudando críticas literárias e aprendendo sobre leis, história e ciência política. À noite, ele deixava de lado seus livros no minúsculo apartamento da família, no sétimo andar de um prédio surrado e, com sua mãe, assistia ao novo programa do qual todos estavam falando.
Seu ator favorito, Amitabh Bachchan, era o apresentador do programa, um homem grande e de voz estrondosa que os indianos chamam de "Big B" (o grande B). Um protagonista popular nos filmes de Bollywood dos anos 70, Bachchan é o ator cujo autógrafo Jamal pula na fossa para obter em "Quem Quer Ser Um Milionário?" Quando Nawathe e sua mãe assistiam ao programa, ele sabia todas as respostas, de forma que ela o convenceu a se candidatar.
Em outubro de 2000, Nawathe estava sentado no estúdio do "KBC" na Film City de Mumbai para participar de uma rodada classificatória, conhecida na Índia como "O Dedo Mais Rápido Primeiro". Foi pedido aos candidatos que colocassem vários presidentes em ordem cronológica. Nawathe levou 9,1 segundos. A câmera deu um zoom nele e Bachchan o conduziu à cadeira do candidato. Nawathe olhou para a tela, sem dizer uma palavra. Era brincadeira para ele. Ele estava bem preparado.
Em que Estado fica o Templo Tirupati, perguntou o apresentador?
Qual era o primeiro nome da esposa do último governador da Índia? Edwina, esposa do lorde Mountbatten, disse Nawathe. Já houve algo entre ela e Nehru, o primeiro primeiro-ministro da Índia.
Qual foi a primeira mulher a se tornar primeira-ministra no mundo? Indira Gandhi, Golda Meir, Margaret Thatcher? Resposta C: Sirimavo Bandaranaike do Sri Lanka
E então vieram duas perguntas sobre o épico heróico que seu pai costumava ler para ele na cama. Além de ter uma memória fenomenal, Nawathe estava com sorte naquele dia.
A pergunta de 320 mil rúpias tinha uma pegadinha, e Nawathe ficou desnorteado por um momento. Quem é o presidente do Paquistão? Nawathe perguntou à plateia. A resposta para 70% foi Pervez Musharraf. Mas Nawathe sabia que Musharraf tinha chegado ao poder em um golpe, e que nunca foi eleito. Tinha que ser Rafiq Tarar, sobre o qual tinha lido no jornal. Tinha que ser a resposta C, aquela com menos votos do público. Bachchan, encantado, não pressionou o candidato. "Registre", ele disse, "resposta C".
A última pergunta, a questão 15, era sobre a Constituição da Índia -algo fácil para Nawathe. "Tem certeza?", perguntou Bachchan. "Claro", respondeu Nawathe. "Este é um momento histórico", disse Bachchan. "Não vão embora. Este garoto está jogando por sua vida!" Corte para os comerciais.
Três minutos depois, Nawathe era o homem de 10 milhões de rúpias da Índia. Ao erguer desajeitadamente seus braços para o alto, confete começou a ser despejado do teto do estúdio, mulheres choravam e alguém trouxe o cheque. Após o programa, Bachchan chamou o garoto de lado e disse: "Sua vida vai mudar". "Do que ele estava falando?", pensou Nawathe, enquanto concordava com a cabeça educadamente.
'Minha vida continua'
Então sua nova vida começou. O programa era gravado, não ao vivo, e a exibição só ocorreria alguns dias depois. Os amigos telefonaram. "Você ganhou?", eles perguntaram. Não, mentiu Nawathe. Ele tinha assinado um contrato com a emissora, a Star TV, e ainda não podia dizer nada sobre a vitória. Todavia, a imprensa tomou conhecimento de sua vitória e cercou seu apartamento. A emissora o colocou em um hotel com nome falso. No hotel, cercado por sacolas de compras cheias de roupas novas, ele caminhava pelos corredores e se sentiu aprisionado por sua sorte.
O caos estourou em Mumbai na noite da exibição do programa. Multidões se reuniram na Film City, formando comboios de carros, com buzinaço e canções pop hindi em alto volume. O programa contou com uma audiência de 33%, a maior em anos.
Por todo o ano seguinte, Hawathe se sentiu como se estivesse vivendo em um filme, mas era o errado. Ele recebia diariamente cestas de cartas, nas quais os fãs pediam autógrafos, doações para seus templos, para conhecê-lo ou para se casar com ele. Todo mundo apertava sua mão, o abraçava, na esperança de pegar um pouco de sua sorte. Apesar de seu pai já estar aposentado há 7 anos, correram rumores de que ele tinha subornado o apresentador, Bachchan, que esteve envolvido em um escândalo de impostos na época. Como especialista em corrupção, eles argumentavam, o pai de Nawathe devia saber como cometê-la.
A vida de Nawathe ficou repentinamente cheia de consultores de relações públicas, que o convenceram a fazer 800 aparições, cortar inúmeras fitas em cerimônias de inauguração, aparecer em festas de filmes e eventos políticos, abrir butiques de jeans, docerias e fazer comerciais para biscoitos. Até hoje, ainda há oito shopping centers em Mumbai que levam seu nome.
Ele foi usado e transformado em marca, um exemplo vivo do ditado: "Todo mundo pode chegar lá, até você!" Ele não tinha que aceitar tudo, mas era educado demais, e talvez também tenha sido seduzido e ficado deslumbrado com todo o glamour.
Às vezes seus pais perguntavam: o que você quer fazer na vida? Ele começou a sair muito, com jogadores de críquete e astros de Bollywood. Mas eles eram celebridades e ele apenas um felizardo discreto -eram amigos fugazes. No final do dia ele voltava ao apartamento de seus pais, abria o sofá-cama e dormia ao lado de seus livros.
A certa altura, Nawathe percebeu que tinha perdido. Ele era dono de um carro, um relógio e investimentos, mas carecia de um plano. Ele ficou preguiçoso, vivendo apenas o momento. Ele ficou deprimido, escreveram os jornais.
Ele se mudou para Edimburgo para obter um MBA e aos poucos sua vida melhorou. Lá, ele não era mais uma celebridade e não era seguido pela imprensa, que foi proibida de entrar no campus da universidade. Ele concluiu seu curso com honras. Quando o superastro indiano Shahrukh Kahn foi contratado para apresentar a temporada seguinte do "KBC", os jornalistas telefonaram para Nawathe para perguntar o que achava do novo programa. "Minha vida continua", ele disse, "eu não assisto mais".
Ele queria voltar para casa, porque sabia que a fama na mídia e o fracasso que se segue são um fenômeno global, algo que acontece em toda parte. Mas em Mumbai, uma cidade de cinema apaixonada por seus astros, é uma história diferente. Em Mumbai, uma pessoa ou é consumida ou reinventa a si mesma. Se há um lugar onde é possível recomeçar, é em Mumbai, uma cidade feita para recomeços.
Nawathe mudou o número de seu celular, cancelou todos os contratos, se mudou para um pequeno apartamento, jogou fora as fotos velhas e artigos de jornal e se casou. Mas Nawathe pediu para sua mãe encontrar uma mulher que soubesse lidar com o mundo glamouroso de Bollywood sem se impressionar com ele. Antes do nascimento do bebê do casal, Sarika, a esposa de Nawathe, era uma atriz de novela. Ela diz: "Ele é muito sensível". Ele diz: "A vida é melhor com ela". Levou tempo para ele encontrar um trabalho que o deixasse satisfeito. A maioria dos empregos que lhe eram oferecidos envolvia promover algo.
Nos últimos dois anos, Nawathe é o vice-gerente geral de direitos da criança da Fundação Naandi, uma ONG indiana. Sua história poderia servir de material para um filme ainda melhor: O verdadeiro "Slumdog Millionaire" da Índia, o homem que sabe todas as respostas, está ajudando as crianças esquecidas de Mumbai a lidar de modo mais eficaz com a vida. Nawathe diz: "É hora de retribuir parte do meu sucesso". Poucas pessoas na Índia conhecem esta parte de sua história.
O problema é que ninguém está interessado. A pobreza é tabu na Índia e é considerada vergonhosa. Este é o motivo para "Quem Quer Ser Um Milionário?" ser tão controverso aqui. Por anos, o setor de turismo indiano usou o slogan publicitário "Índia Incrível". A mensagem que busca transmitir é a de que a Índia é incrivelmente bela, não incrivelmente problemática. E então surge este filme, de um diretor britânico, sobre um moleque pobre de Mumbai cuja mãe é assassinada por hindus fanáticos, um menino que mendiga e rouba e cujo irmão se torna um capanga de traficantes. Para os indianos, é um filme feito de clichês -e um insulto.
"Quem Quer Ser Um Milionário?" é particularmente ofensivo para o orgulho nacional da classe média indiana em ascensão. Os cinemas onde o filme está sendo exibido estão vazios, e muitos cartazes foram rasgados. Big Bachchan, o ex-apresentador do "KBC", não dá muita atenção ao filme, e um renomado diretor indiano, escrevendo para a revista "India Today", se queixa: "A Índia não é a Somália. Nós somos uma das principais potências nucleares. Nossos inspetores de polícia não ficam sentados em delegacias que parecem choças, e não há crianças cegas mendigando nas ruas de Mumbai. O filme é uma depreciação deliberada de nosso país".
Aravind Adiga chama o que está acontecendo atualmente na Índia de "efeito Slumdog". Ele sentiu o mesmo efeito. A história de seu romance de estreia, "O Tigre Branco", é semelhante à do filme, exceto que é contada de forma muito mais maliciosa e provocante. No romance, um homem analfabeto sobe na vida primeiro se tornando um motorista, depois um assassino e finalmente chefe de uma firma de terceirização. É sobre um novo rico na nova Índia, sobre o mundo falso dos ricos e o lado negro do boom.
Adiga, 34 anos, está sentado em um bar em Bandra West em Bandra, no lado chique do trilho do trem, mas não longe da favela onde vivem as crianças estrelas de "Quem Quer Ser Um Milionário?" Ele fala um inglês americano refinado, veste um terno e mocassins de couro, e pede uísque com gelo. As vendas de seu livro na Índia, onde foi arrasado pela crítica, foram miseráveis. Mas é um best-seller no exterior e já foi traduzido para mais de 30 línguas. "Eu o escrevi para os indianos", diz Adiga, "e eles odiaram". Nem mesmo o fato de ter recebido o prêmio Booker em Londres mudou a avaliação deles. Na Índia, ele continua sendo uma pessoa que mancha o nome do seu país, um traidor. "É um pesadelo", ele diz. "Eu insultei meu país e supostamente deveria me sentir culpado. Infelizmente, é verdade. Eu me sinto culpado. A verdadeira ditadura da Índia é a classe média. Eu mesmo sou da classe média."
E agora o país está ofendido de novo, desta vez pelo filme. Apesar de Harsh Nawathe, o verdadeiro "Slumdog Millionaire" da Índia, considerar o filme irreal, ele também entende o motivo de incomodar as pessoas. Quando ele esteve na Inglaterra, uma pessoa lhe perguntou se ainda andavam de elefante na Índia. Ele disse que nunca perdoará o inglês pela pergunta.
Talvez a história de Nawathe tenha inspirado o autor do livro "Rupees! Rupees!", no qual o filme é baseado. Nawathe não sabe. O autor, um diplomata indiano, nunca o contatou, nem Danny Boyle, o diretor de "Quem Quer Ser Um Milionário?" Nawathe vive uma vida discreta atualmente, concentrado em sua família e trabalho. Quando ele vai de carro para Kandivali, um bairro pobre, não há mais câmeras.
Ele está sentado no chão de uma sala de aula, sobre um velho tapete vermelho. Hoje é dia de prova. O conhecimento de matemática e hindi dos alunos será testado. As crianças recebem folhas de papel com várias questões de múltipla escolha. Às vezes elas puxam a manga de Nawathe e lhe perguntam qual é a resposta. Os professores anotam os resultados de cada criança em tabelas. Eles dizem que as crianças estão fazendo progresso. A organização de Nawathe oferece aulas de apoio para alunos atrasados nos estudos, um serviço altamente necessário nas escolas públicas de Mumbai, onde 50 alunos em uma classe típica repetem um mantra de informação que memorizaram enquanto o professor fala ao celular ou lê o jornal.
As crianças são de Poisar, uma favela. Elas não assistiram "Quem Quer Ser Um Milionário?" Por que deveriam? Elas estão familiarizadas com as imagens do filme. Mas admiram Nawathe. Seus pais lhes contaram sobre a vitória no programa de perguntas e respostas anos atrás. Os pais confiam em Nawathe. Eles não mais enviam seus filhos para mendigar ou coletar lixo, mas para frequentar suas aulas. Elas dizem, se alguém pode ensinar nossos filhos, então é ele. Às vezes Nawathe visita os pais em seus barracos e lhes diz: "Se eu desse a seu filho um milhão de rúpias hoje, vocês comprariam joias e carros, e então venderiam tudo de novo. A única moeda que permanece é a educação. É a única que dá retorno".
Ele planeja voar para Nova Déli no próximo dia, mas não para aparecer em um programa de televisão ou algum evento público. Este encontro tratará do futuro. Ele negociará com doadores um aumento dos fundos necessários para aceitar 8 mil crianças adicionais em seu programa de apoio. Será um bom dia -para Nawathe, para Mumbai e para a Índia.
Publicado no Der Spiegel (Jornal alemão) em 21.03.09
Postado pela professora Lourdinha Dantas
sexta-feira, 20 de março de 2009
Apostilhas para a prova e para o Book
Queridos alunos,
Como combinado, deixo aqui postadas as apostilhas para a nossa primeira avaliação. Essas apostilhas são também materiais importantes para o Prex, já que são base para a produção das peças. Só relembrando, a prova será no dia 30 de março (segunda-feira) no horário da nossa aula, ou seja, o segundo horário. Na aula anterior, dia 25 de março (quarta-feira), faremos uma revisão do assunto. É só clicar nelas logo abaixo para abrir o site do 4shared. Lá vocês clicam no download e baixam os arquivos para o computador. É necessário fazer isso em cada um dos textos. Os arquivos estão no formato PDF, portanto é preciso ter o Adobe Reader instalado para abrir, ler ou imprimir. Mas antes de imprimir, exerçam a consciência ecológica: pensem nas árvores! Dá pra ler na tela e fazer os apontamentos no caderno. Se forem imprimir tudo, podem optar pela impressão reduzida, em meia folha de A4, fazer frente e verso...
Apostilhas para download:
1 - Formatos publicitários no rádio (artigo acadêmico que pode servir de citação no Book);
2 - Mensagem Publicitária Radiofônica (artigo acadêmico que pode servir de citação no Book);
3 - Decupagem e Planos (para vocês relembrarem);
4 - modelo roteiro de spot_jingle;
5 - modelo roteiro técnico tv_cinema;
6 - O QUE É UM ROTEIRO (para vocês relembrarem);
7 - O StoryBoard (para vocês relembrarem);
8 - Sinopse Storyline (para vocês relembrarem).
Bons estudos a todos e todas,
Prof Agda Aquino
Como combinado, deixo aqui postadas as apostilhas para a nossa primeira avaliação. Essas apostilhas são também materiais importantes para o Prex, já que são base para a produção das peças. Só relembrando, a prova será no dia 30 de março (segunda-feira) no horário da nossa aula, ou seja, o segundo horário. Na aula anterior, dia 25 de março (quarta-feira), faremos uma revisão do assunto. É só clicar nelas logo abaixo para abrir o site do 4shared. Lá vocês clicam no download e baixam os arquivos para o computador. É necessário fazer isso em cada um dos textos. Os arquivos estão no formato PDF, portanto é preciso ter o Adobe Reader instalado para abrir, ler ou imprimir. Mas antes de imprimir, exerçam a consciência ecológica: pensem nas árvores! Dá pra ler na tela e fazer os apontamentos no caderno. Se forem imprimir tudo, podem optar pela impressão reduzida, em meia folha de A4, fazer frente e verso...
Apostilhas para download:
1 - Formatos publicitários no rádio (artigo acadêmico que pode servir de citação no Book);
2 - Mensagem Publicitária Radiofônica (artigo acadêmico que pode servir de citação no Book);
3 - Decupagem e Planos (para vocês relembrarem);
4 - modelo roteiro de spot_jingle;
5 - modelo roteiro técnico tv_cinema;
6 - O QUE É UM ROTEIRO (para vocês relembrarem);
7 - O StoryBoard (para vocês relembrarem);
8 - Sinopse Storyline (para vocês relembrarem).
Bons estudos a todos e todas,
Prof Agda Aquino
quinta-feira, 19 de março de 2009
Você gostou da palestra?
Pessoal,Ficamos, eu e o professor Neto, muito felizes com a participação de vocês no dia da palestra do Ricardo Oliveira. Espero que todo mundo tenha gostado das dicas e exemplos que ele levou naquele dia. Lembrando que todo o conteúdo da palestra está disponível para download aqui. Legal também foi receber o Jader França, que através do twitter soube da palestra e quis assistir. O Jader, que ainda é aluno do ensino médio, já tem projetos na web e seu blog é recheado de assuntos sobre tecnologia. Vale a pena conferir.
Confiram algumas fotos da noite:
Daniel, interagindo com o palestrante.Até a próxima,
Camilla Coriolano
Camilla Coriolano
segunda-feira, 16 de março de 2009
CONVITE
Pessoal,
lembrando que nossa aula hoje será no auditório com o convidado Ricardo Oliveira que está trazendo a palestra: "Comunicação na Web - A cultura da convergência". Ricardo Oliveira é bacharel em Comunicação Social, com habilitação em jornalismo pela Universidade Federal da Paraíba e crítico de cinema desde 2001. Mestrando em Culturas Midiáticas Audiovisuais pela UFPB, escreve resenhas cinematográficas para o Guia Cenário Cultural e atualmente faz parte da redação do caderno Vida & Arte Jornal da Paraíba.
Conto com a presença de todos vocês!
Um abraço,
Camilla Coriolano
lembrando que nossa aula hoje será no auditório com o convidado Ricardo Oliveira que está trazendo a palestra: "Comunicação na Web - A cultura da convergência". Ricardo Oliveira é bacharel em Comunicação Social, com habilitação em jornalismo pela Universidade Federal da Paraíba e crítico de cinema desde 2001. Mestrando em Culturas Midiáticas Audiovisuais pela UFPB, escreve resenhas cinematográficas para o Guia Cenário Cultural e atualmente faz parte da redação do caderno Vida & Arte Jornal da Paraíba.
Conto com a presença de todos vocês!
Um abraço,
Camilla Coriolano
quinta-feira, 12 de março de 2009
Marketing de Guerrilha
Olha aí pessoal! Vocês lembram quando comentamos ano passado sobre "mkt de guerrilha"? Hoje o Brainstorm#9 está divulgando uma ação que é do lançamento do próximo filme da série Resident Evil. Para ver o que o pessoal da agência Monument PR que elaborou a ação andou aprontando, é só clicar aqui.
Um abraço,
Camilla Coriolano
Um abraço,
Camilla Coriolano
quarta-feira, 11 de março de 2009
Acordo ortográfico completo
Pessoal, como a gente conversou em sala de aula, sugiro que vocês se informem a respeito do novo jeito de escrever o nosso idioma. O book do Prex já pode ser escrito com as novas normas da ortografia. No link abaixo vocês podem fazer o download da nova norma completa, com 27 páginas, em PDF. É melhor aprender logo porque são vocês que vão colocar a mão na massa pra escrever... o ideal seria que já tivessem começado... Lembrando que num post mais antigo coloquei o link para a versão de bolso da atualização ortográfica. Logo mais à noite a gente conversa sobre isso.
Prof. Agda Aquino
Baixe aqui o Acordo Ortográfico completo!
Prof. Agda Aquino
Baixe aqui o Acordo Ortográfico completo!
Cinema paraibano de graça
A gente vive reclamando que nada acontece em João Pessoa, mas quando acontece a gente não vai! Uma ótima oportunidade para entrar em contato com o cinema paraibano de alta qualidade. Uma exibição gratuita do mais novo filme do cineasta paraibano Bertrand Lira, o primeiro longa metragem da carreira dele, intitulado O Rebeliado. Eu já assisti e também comprei o DVD, vale a pena. O filme é um documentário que conta a história de um ex-travesti que se transformou em pastor evangélico. Dia 17/03, na Estação Ciência, às 19h.
Prof. Agda Aquino
Prof. Agda Aquino

terça-feira, 10 de março de 2009
Novidades...
Pessoal,
na aula passada falamos em mídia na web e o assunto rendeu bastante. Espero que todo mundo tenha pesquisado algo das fontes que sugerimos para "fuçar" e procurar saber mais sobre o assunto. No geral falamos de orkut, blogs, sites e outras formas que estão aparecendo para anunciar na internet de forma menos convencional e que surte muito efeito. Quando falamos sobre o twitter, muita gente não estava por dentro do que se tratava. Pensando nisso eu convidei um amigo para bater um papo conosco no próximo dia 16. O Ricardo Oliveira é o dono do blog Diversitá e vai conversar conosco sobre o tema comunicação na web. Ele é jornalista e escreveu essa matéria sobre o twitter que foi publicada no Jornal da Paraíba no último dia 08.
Espero contar com a presença de todos vocês!
Um abraço,
Camilla Coriolano
na aula passada falamos em mídia na web e o assunto rendeu bastante. Espero que todo mundo tenha pesquisado algo das fontes que sugerimos para "fuçar" e procurar saber mais sobre o assunto. No geral falamos de orkut, blogs, sites e outras formas que estão aparecendo para anunciar na internet de forma menos convencional e que surte muito efeito. Quando falamos sobre o twitter, muita gente não estava por dentro do que se tratava. Pensando nisso eu convidei um amigo para bater um papo conosco no próximo dia 16. O Ricardo Oliveira é o dono do blog Diversitá e vai conversar conosco sobre o tema comunicação na web. Ele é jornalista e escreveu essa matéria sobre o twitter que foi publicada no Jornal da Paraíba no último dia 08.
Espero contar com a presença de todos vocês!
Um abraço,
Camilla Coriolano
normas da abnt
ASSOCIAÇÃO PARAIBANA DE ENSINO RENOVADO – ASPER
COORDENAÇÃO DO CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL COM HABILITAÇÃO EM PUBLICIDADE E PROPAGANDA
COORDENAÇÃO DO PROJETO EXPERIMENTAL – PREX
COMPOSIÇÃO DO BOOK E NORMAS DA ABNT:
REGRAS GERAIS
PROFA. DRA. MICKY FISCHER
JOÃO PESSOA
2009
APRESENTAÇÃO
O Projeto Experimental – PREX é a etapa do curso de Comunicação Social com Habilitação em Publicidade e Propaganda na qual o aluno tem a oportunidade de utilizar, de maneira mais efetiva, os conhecimentos teóricos adquiridos para a produção de todas as etapas de produção uma campanha publicitária.
Essa proposta é um diferencial do curso oferecido pela Associação Paraibana de Ensino Renovado – ASPER, momento em que o aluno vivenciará uma experiência prática de trabalho como agência, em caráter experimental, desenvolvendo as principais etapas do processo de elaboração de uma campanha. Ao longo de dois semestres, serão executadas as etapas de composição do Book, para um cliente real, que se inicia pelos estudos exploratórios e prospectivos, passando por uma pesquisa de mercado, pelo planejamento, até a apresentação pública das peças criadas para a respectiva campanha.
Esse manual oferece orientações básicas para a execução dessa arrojada tarefa. A composição do conteúdo foi pensada no sentido de apresentar instruções para a realização das variadas etapas de elaboração do Book. Aqui o aluno encontrará uma sugestão de roteiro para elaboração e apresentação do trabalho, assim como uma síntese das principais normas da ABNT para formatação do texto, elaboração de citações e de referências, de maneira que a experiência seja suave e prazerosa.
SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO.......................................................................................................... 02
SUMÁRIO........................................................................................................................ 03
PARTE I........................................................................................................................... 05
COMPOSIÇÃO DO BOOK............................................................................................ 05
SUGESTÃO DE ROTEIRO BÁSICO PARA APRESENTAÇÃO................................. 05
REGRAS GERAIS PARA A COMPOSIÇÃO DO BOOK............................................. 08
ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS...................................................................................... 08
CAPA................................................................................................................................ 08
ERRATA........................................................................................................................... 08
FOLHA DE ROSTO......................................................................................................... 09
FOLHA DE APROVAÇÃO............................................................................................. 09
EPÍGRAFE....................................................................................................................... 10
DEDICATÓRIA............................................................................................................... 10
AGRADECIMENTOS................... .............................................. ................................... 10
RESUMO.. .............................................. .............................................. .......................... 10
RESUMO EM LÍNGUA ESTRANGEIRA....... .............................................. ................ 10
LISTA DE ILUSTRAÇÕES.... .............................................. ........................................... 10
LISTA DE TABELAS............... .............................................. ......................................... 11
LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS.......... ............................................................. 11
LISTA DE SIMBOLOS......... .............................................. ............................................. 11
SUMÁRIO................. .............................................. ......................................................... 11
ELEMENTOS TEXTUAIS............................................................................................. 11
INTRODUÇÃO...................... .............................................. ............................................ 11
DESENVOLVIMENTO................ .............................................. ..................................... 12
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS, METODOLOGIA ou MATERIAL E MÉTODOS....................... .............................................. ................................................... 12
APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DE DADOS ou RESULTADOS E DISCUSSÃO....... 12
CONSIDERAÇÕES FINAIS ou CONCLUSÕES....... ..................................................... 12
ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS.................................................................................... 13
REFERÊNCIAS...... .............................................. ........................................................... 13
APÊNDICE......... .............................................. ............................................................... 13
ANEXO.......... .............................................. .................................................................... 13
RECOMENDAÇÕES (Antes de entregar um trabalho) .............................................. 14
MODELOS DE LAYOUTS............................................................................................. 15
Modelo de capa............ .............................................. ........................................................ 15
Modelo de folha de rosto.......... .............................................. ........................................... 16
Modelo de errata............ .............................................. ...................................................... 17
Modelo de folha de aprovação.... .............................................. ........................................ 18
Modelo de dedicatória........... .............................................. .............................................. 19
Modelo de agradecimento...... .............................................. ............................................. 20
Modelo de epígrafe............ .............................................. .................................................. 21
Modelo de sumário.............. .............................................. ................................................ 22
Modelo de lista de tabelas......... .............................................. .......................................... 23
Modelo de resumo.......... .............................................. ..................................................... 24
Modelo de abstract..... .............................................. ......................................................... 25
PARTE II........................................................................................................................... 26
NORMAS DA ABNT PARA FORMATAÇÃO DO TEXTO....................................... 26
Paginação............ .............................................. ................................................................ 26
Margens.......... .............................................. ..................................................................... 26
Papel............ .............................................. .............................................. ......................... 27
Espaçamento e fontes........ .............................................. .................................................. 27
Parágrafos............................................................................................................................ 27
Títulos.... .............................................. .............................................................................. 27
Palavras que devem aparecer em itálico......... .................................................................... 28
Siglas.......... .............................................. ......................................................................... 28
Ilustrações... .............................................. ......................................................................... 29
NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE CITAÇÕES (NBR10520).............................. 31
Citações (NBR 10520)................ .............................................. ........................................ 31
Citação direta ou textual......... .............................................. ............................................. 31
Citação direta de até três linhas digitadas............... ............................................................ 31
Citação direta com mais de três linhas digitadas......... ....................................................... 31
Citação indireta ou livre.......................... ........................................................................... 32
Citação de citação................... ............................................................................................ 33
Uso da expressão sic........ ................................................................................................... 33
Entidades coletivas.................................. ........................................................................... 34
Documentos divulgados por órgãos administrados pelo governo........... ........................... 34
Citações de publicações sem autor................ ..................................................................... 34
Entrevistas citadas............ .............................................. ................................................... 34
Notas de rodapé.......... .............................................. ......................................................... 36
Notas de referência.......... .............................................. .................................................... 36
NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS (ABNT – 6023/2002)......... 37
PARTE I
COMPOSIÇÃO DO BOOK
SUGESTÃO DE ROTEIRO BÁSICO PARA APRESENTAÇÃO
Na busca de uniformização dos trabalhos do PREX 2009 segue a descrição das etapas a serem seguidas para elaboração do Book.
Capa
Folha de rosto
Folha de aprovação
Errata
Epígrafe (opcional)
Dedicatória (opcional)
Agradecimentos (opcional)
Resumo
Resumo em língua estrangeira
Lista de Gráficos
Lista de Quadros (quando houver)
Lista de Tabelas (quando houver)
Lista de Figuras
Sumário
1 Introdução
1.1 Justificativa
1.2 Hipóteses (quando houver)
1.3 Objetivos
1.4 Fundamentação teórica
1.5 Metodologia
2 Prospecção
2.1 Relatório de prospecção
3.2 Estudo do perfil mercadológico
3.3 Análise da prospecção
3 Briefing
3.1 Produto
3.3 Mercado
3.4 Consumidor
3.5 Preço
3.6 Razões de consumo
3.7 Concorrência
3.8 Objetivos de Mercado
3.9 Objetivos de Comunicação
3.10 Mídia
3.11 Promoção e Merchandising
4 Pesquisa
4.1 Problema da pesquisa
4.2 Hipóteses
4.3 Objetivo da pesquisa
4.4 Tipo de pesquisa
4.5 Métodos e procedimentos (métodos de pesquisa e métodos de coleta de dados)
4.6 Amostra (justificativa da amostra, tipo da amostra, cálculo e tamanho)
4.7 Análise dos resultados
4.8 Considerações sobre a pesquisa
5 Contra-briefing (se houver)
6 Planejamento
6.1 Situação do mercado (ambiente externo e externo – macro e microambiente)
6.2 Análises comparativa da concorrência
6.3 Problemas de Comunicação
6.4 Posicionamento da Marca
6.5 Objetivo do Marketing
6.6 Estratégias de Marketing (definição das ações para produto/serviço, preço,
praça/distribuição e promoção/comunicação)
6.7 Objetivo de comunicação
6.8 Estratégias de comunicação (definição das ações de propaganda, promoção de vendas,
relações públicas e comunicação direta)
6.9 Criação (Tema da campanha, tom da campanha, abordagem do tema e slogan)
6.10 Mídia (Definição e justificativa dos meios utilizados e não utilizados)
6.11 Sistema de avaliação da campanha
6.12 Distribuição da verba (resumo financeiro, fluxo de caixa)
6.13 Cronograma
6.14 Obrigatoriedade da Comunicação
7 Técnicas Publicitárias
7.1 Estratégias
7.2 Descrição das ações de Promoção de Vendas, Promoção Institucional, Merchandising,
Relações Públicas e Marketing Direto
8 Mídia
8.1 Objetivos de mídia
8.2 Definição e justificativa dos veículos utilizados
8.3 Período da campanha
8.4 Táticas de mídia
8.5 Uso dos meios de comunicação
8.6 Mapas de veiculação e autorização
8.7 Orçamento de criação, produção e veiculação
8.8 Custo final da campanha
9 Criação
9.1 Objetivos
9.2 Estratégias de criação
9.3 Tom da campanha
9.4 Tema da campanha
9.5 Slogan
9.5 Descrição das peças (arte, decupagem, fonte utilizada, seleção das cores, direção de
arte,roteiros)
8.6 Peças da campanha
10 Ética e Legislação publicitária
11 Orçamento Final da Campanha
12 Considerações finais
Referências
Apêndices
Anexos
REGRAS GERAIS PARA A COMPOSIÇÃO DO BOOK
ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS
Os elementos pré-textuais antecedem o texto com informações que ajudam na identificação e na utilização do trabalho. Os elementos pré-textuais, assim como os pós-textuais, por não se apresentarem como capítulos do trabalho, não são enumerados, e, portanto, seus títulos devem vir centralizados, escritos em letras maiúsculas e em negrito.
CAPA (Ver Apêndice A): elemento obrigatório. Deve apresentar, na ordem seguinte:
Nome da instituição e do curso
Centralizado a 3 cm da borda superior, digitado com fonte Times New Roman ou Arial maiúscula e negritada, tamanho preferencial 12.
Nome do autor do trabalho
Centralizado, após um espaço de 2 cm, também com fonte Times New Roman maiúscula e negritada, tamanho preferencial 14:
Título do trabalho, posicionado na 13ª linha após o nome da instituição
Subtítulo, se houver, deve ser precedido de dois pontos
No centro da folha, com fonte Times New Roman maiúscula e negritada, tamanho preferencial 16.
Local (cidade) da instituição onde o trabalho será apresentado
Ano da entrega do trabalho
Posicionados a 2 cm da borda inferior, com fonte Times New Roman, maiúscula e
negritada, tamanho preferencial 12.
ERRATA (Ver Apêndice C): elemento opcional. Consiste em uma lista de desvios, ortográficos ou de qualquer outra natureza, com as respectivas correções e indicação das folhas e linhas em que aparecem. A errata tanto pode ser encadernada junto ao corpo do trabalho quanto figurar em seu interior em papel avulso (em caso de ser confeccionada após encadernação do texto).
FOLHA DE ROSTO (Ver Apêndice B): também é elemento obrigatório. Contém, na seguinte ordem, as informações:
Nome do autor do trabalho
Centralizado a 3 cm da borda superior, também com fonte Times New Roman maiúscula e negritada, tamanho preferencial 14.
Título do trabalho e posicionado na 13ª linha após o nome da instituição
Subtítulo, se houver, deve ser precedido de dois pontos
No centro da folha, com fonte Times New Roman maiúscula e negritada, tamanho preferencial 16.
Nota indicativa da natureza do trabalho (tese, dissertação, monografia, relatório...), objetivo (aprovação em disciplina, grau pretendido e outros), nome da instituição, área de concentração, orientador e co-orientador (se houver). Em fonte 12, a 7 cm da margem, espaço simples.
Posicionada logo após o título/subtítulo.
local (cidade) da instituição onde o trabalho será apresentado
ano da entrega do trabalho
Posicionados a 2 cm da borda inferior, com fonte Times New Roman, maiúscula e negritada, tamanho preferencial 12.
FOLHA DE APROVAÇÃO (obrigatório / Ver Apêndice D): é constituída pelo nome do autor, título do trabalho e subtítulo (caso exista), natureza, objetivo, nome da instituição a que é submetido, área de concentração, data de aprovação, nome, titulação e assinatura dos membros da banca examinadora. A data de aprovação e assinaturas dos membros da banca examinadora são colocadas, obviamente, após a aprovação do trabalho.
EPÍGRAFE (opcional): máxima ou pensamento relacionados com o assunto abordado no
corpo do trabalho. Pode figurar também no início das partes principais do texto.
DEDICATÓRIA (opcional): homenagem prestada a alguém. Quando pouco extensa, deve
ser feita na parte inferior direita da folha.
AGRADECIMENTOS (opcional): nesta seção, o autor dirige agradecimentos a pessoas e/ou instituições das quais recebeu apoio para o desenvolvimento do trabalho. Assim como a epígrafe e a dedicatória, os agradecimentos são dispostos em folha distinta, sem aspas.
RESUMO: síntese dos aspectos de maior relevância do trabalho (objetivos, metodologia, resultados e conclusões), redigido em parágrafo único, sem deslocamento da primeira linha, em espaço simples, fonte 12. É importante lembrar que o resumo não pode ultrapassar 500 palavras, não carece de citação de autor e deve ser seguido de palavras-chave.
· Palavras-Chave: são palavras descritoras que resumem o conteúdo abordado no trabalho. É recomendável o mínimo de 3 (três) e o máximo de 6 (seis) palavras.
RESUMO EM LÍNGUA ESTRANGEIRA: versão do resumo para idioma de divulgação internacional (inglês: Abstract, Espanhol: Resumen, Francês: Résumé, por exemplo). Também deve ser seguida das palavras representativas do conteúdo do trabalho, as palavras-chave.
LISTA DE ILUSTRAÇÕES (opcional): deve ser elaborada conforme a ordem indicada no texto, com cada item designado por seu nome específico, acompanhado do número da página. Se necessário, recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração (desenhos, fluxogramas, fotografias, gráficos, mapas, organogramas, plantas, quadros, retratos e outros).
LISTA DE TABELAS (opcional): elaborado de acordo com a ordem de apresentação no texto, com cada item designado por seu nome específico, acompanhado do respectivo número da página.
LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS (opcional): consiste na relação alfabética das abreviaturas e siglas utilizadas no texto, seguidas das palavras ou expressões correspondentes grafadas por extenso.
LISTA DE SIMBOLOS (opcional): deve ser elaborada conforme a ordem indicada no texto, com o devido significado.
SUMÁRIO: apresentação das seções mais representativas do trabalho, com a indicação das respectivas páginas ligadas por linha pontilhada. Escreve-se sumário em caixa alta, centrado, a 3 cm da borda superior. Os títulos dos capítulos são em caixa alta e as demais subdivisões apenas com a primeira letra em maiúscula. O editor de texto da Microsoft, Word, oferece recurso automático para formatação do sumário.
ELEMENTOS TEXTUAIS
São as partes fundamentais da composição do book.
INTRODUÇÃO: a introdução apresenta grande parte dos elementos comuns a todo o trabalho: a apresentação do tema, o enunciado do problema, os objetivos, a justificativa, as hipóteses postuladas, dificuldades e alterações efetuadas. Portanto, deve-se explicar de forma sucinta o assunto abordado ¾ seus limites e o interesse oferecido ¾ , conduzindo o leitor ao cerne da pesquisa realizada, sem, contudo, apresentar os resultados, pois isso pode desmotivar o interesse pela leitura.
DESENVOLVIMENTO: parte mais representativa do texto, na qual deve constar a exposição ordenada e pormenorizada do assunto tratado. Assim, divide-se em seções e subseções, que variam conforme a abordagem teórico-metodológica.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS, METODOLOGIA ou MATERIAL E MÉTODOS[1]:
traçado sistemático do percurso a ser seguido, desde a seleção das principais estratégias à execução do projeto. Nesta seção, procura-se descrever, entre outros itens, a tipologia do estudo, o método de coleta de dados, a população e a amostra da pesquisa, bem como os instrumentos e procedimentos específicos de coleta de dados.
APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DE DADOS ou RESULTADOS E DISCUSSÃO: os diversos resultados devem ser agrupados e ordenados convenientemente e podem eventualmente ser acompanhados de tabelas, gráficos ou figuras, com valores estatísticos para maior clareza. Os resultados obtidos por meio da pesquisa devem ser comparados com aqueles descritos na revisão de literatura. Para mais informações, consulte: NBR 10719.
CONSIDERAÇÕES FINAIS ou CONCLUSÕES: são, como o próprio nome já salienta, as conclusões correspondentes aos objetivos e hipóteses outrora abordados. Logo, esta seção, mais do que todas as outras do texto, deve ser escrita de forma lúcida e objetiva. É importante:
· confrontar o que foi constatado na interpretação dos resultados com as hipóteses formuladas inicialmente ou com o enunciado do problema;
· assinalar as discrepâncias entre o que foi constatado e o constante na teoria vigente;
· apontar como as provas obtidas mantêm, limitam ou rejeitam a teoria enfocada;
· recomendar futuros caminhos a seguir: continuidade da pesquisa, exploração mais adequada do assunto, novas temáticas, novas hipóteses, abrindo caminho para outros pesquisadores;
· mostrar aspectos de ordem prática ¾ de intervenção na natureza ou na sociedade humana ¾ conforme os resultados da pesquisa.
ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS
Os elementos pós-textuais completam o trabalho. São elementos pós-textuais: referências, apêndice(s), anexo(s) e índice(s).
REFERÊNCIAS: devem ser apresentadas em ordem alfabética e elaboradas de acordo com a Norma NBR 6023 da ABNT. Neste item, são apresentadas todas as obras citadas no texto.
1.2.3.2 APÊNDICE(S) (opcional): texto (ou documento) elaborado pelo autor, a fim de complementar seu ponto de vista. Deve ser identificado por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos.
Exemplo:
APÊNDICE A – Questionário
1.2.3.3 ANEXO(S) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo autor, que serve de fundamentação, comprovação e ilustração. Os anexos também são indicados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e seus respectivos títulos.
Exemplo:
ANEXO A - Representação gráfica de contagem de células
RECOMENDAÇÕES
Antes de entregar um trabalho, examine os seguintes aspectos:
· Se as referências bibliográficas estão de acordo com a última ABNT.
· Todas as citações utilizadas no texto foram referenciadas? Confira!
· Não é aceitável a simples fixação no alto, deve-se optar por uma fixação resistente ou durável, firmando o lado esquerdo do trabalho, por exemplo, em espiral.
· Cuidados que devem ser observados quando se opta por procurar um profissional para digitar um trabalho acadêmico:
a) escolha um bom profissional e revise o trabalho antes de entregá-lo. A responsabilidade pela qualidade do trabalho é do autor, portanto, não admita: rasuras, erros de digitação e má qualidade de impressão. Exija fornecimento de cópia do trabalho para análise prévia antes da editoração final;
b) é prudente que uma cópia do trabalho entregue permaneça com você. Para sua
comodidade, sugerimos que armazene seus trabalhos em CDs;
c) caso você precise entregar mais de uma cópia do trabalho, certifique-se de que todas
sejam de boa qualidade. Se forem fotocopiadas, cuidado dobrado!
APÊNDICE A – Modelo de capa
3,0cm
ASSOCIAÇÃO PARAIBANA DE ENSINO RENOVADO - ASPER
CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL: PUBLICIDADE E PROPAGANDA
PAULO JOSÉ DE SOUSA
3 cm 2 cm
A (DES) CONSTRUÇÃO DO DISCURSO PUBLICITÁRIO
EM OUTDOOR
5,0 cm
JOÃO PESSOA -PB
2009
2,0cm
APÊNDICE B - Modelo de folha de rosto
PAULO JOSÉ DE SOUSA
11,0cm
A (DES) CONSTRUÇÃO DO DISCURSO PUBLICITÁRIO EM OUTDOOR
7,0cm
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Coordenação do Projeto Experimental – PREX do Curso de Comunicação Social: Publicidade Propaganda da Associação Paraibana de Ensino Renovado - ASPER como requisito parcial à obtenção do grau de Comunicólogo.
Orientadores:
Profª Drª Maria Florina A Fischer
Prof ª Me. Maria de Lourdes Dantas
Prof ..........
JOÃO PESSOA - PB
2009
2,0cm
APÊNDICE C – Modelo de errata
ERRATA
FOLHA
LINHA / ILUSTRAÇÃO
ONDE SE LÊ
LEIA-SE
12
12
15
20
2
5
4
3
tragetória
concessões
fundamentado
paradigmático
Trajetória
concepções
fundamentação
paradigma
APÊNDICE D – Modelo de folha de aprovação
3,0cm
JOANA PAES LEMES
A (DES) CONSTRUÇÃO DO DISCURSO PUBLICITÁRIO EM OUTDOOR
3 cm 2 cm
Trabalho de Conclusão de Curso aprovado como requisito parcial para obtenção do título de Graduado em _________________________, Curso de _______________________, da ASSOCIAÇÃO PARAIBANA DE ENSINO RENOVADO – ASPER.
_______________________________________________
ORIENTADOR
________________________________________________
EXAMINADOR 1
_______________________________________________
EXAMINADOR 2
JOÃO PESSOA – PB , _________ DE__________ 2009.
2 cm
APÊNDICE E – Modelo de dedicatória
Aos meus familiares: esposo, filhos e filhas.
Aos alunos da ASPER, especialmente aos dos cursos de Publicidade e Propaganda.
Aos professores que compõem a equipe do PREX: ..............
APÊNDICE F – Modelo de agradecimento
3 cm
AGRADECIMENTOS
Ao final desta jornada, sei de quantas pessoas foram consultadas e...
OU
A
Manuel Francisco, pela colaboração,
Gorete, pela amizade de sempre, etc.
APÊNDIGE G - Modelo de epígrafe
Não falamos para dizer alguma coisa, mas para obter um determinado efeito.
Joseph Goebbels
APÊNDICE H - Modelo de sumário
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO.............................................................................................................. 00
1.1 JUSTIFICATIVA....................................................................................................... 00
1.2 HIPÓTESE................................................................................................................. 00
1.3 OBJETIVOS............................................................................................................... 00
1.4 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA............................................................................ 00
1.5 METODOLOGIA...................................................................................................... 00
1 CAPÍTULO.................................................................................................................. 00
1.1..................................................................................................................................... 00
1.2..................................................................................................................................... 00
1.2.1.................................................................................................................................. 00
2 CAPÍTULO................................................................................................................. 00
2.1..................................................................................................................................... 00
2.2..................................................................................................................................... 00
2.3..................................................................................................................................... 00
3 CAPÍTULO.................................................................................................................. 00
3.1..................................................................................................................................... 00
3.1.1.................................................................................................................................. 00
3.1.2.................................................................................................................................. 00
3.2..................................................................................................................................... 00
3.3..................................................................................................................................... 00
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS..................................................................................... 00
REFERÊNCIAS............................................................................................................. 00
APÊNDICES................................................................................................................... 00
ANEXOS......................................................................................................................... 00
APÊNDICE I – Modelo de lista de tabelas
LISTA DE TABELAS
TABELA 1: Análise comparativa da concorrência............................................................ 00
TABELA 2: Análise Swot................................................................................................. 00
TABELA 3: Distribuição da verba.................................................................................... 00
TABELA 4: Cronograma.................................................................................................. 00
TABELA 5: Distribuição das ações da campanha............................................................ 00
TABELA 6: Rádio............................................................................................................ 00
TABELA 7: Jornal............................................................................................................ 00
APÊNDICE J - Modelo de resumo
RESUMO
Durante o período clássico, filósofos e gramáticos desenvolveram uma teoria ideacional do significado de acordo com as sentenças que servem para realizar atos de pensamentos como julgamentos, pedidos, comandos e crenças para o propósito da comunicação. Na segunda metade do século XX Wittgenstein apontou em suas Investigações Filosóficas (1953) que significado e uso são sistematicamente relacionados à linguagem. De acordo com Wittgenstein nós aprendemos o significado das palavras aprendendo qual o papel e a função delas nos jogos de linguagem. Influenciados por Wittgenstein, Austin, Searle, Grice, Vanderveken, Leclerc e outros contribuíram para uma nova filosofia voltada para a análise da linguagem comum. De acordo com a filosofia da linguagem comum o significado do falante é a unidade primeira no uso e na compreensão das línguas naturais, é por isso que se considera o ato ilocucionário com suas condições de felicidade ao contrário das proposições com condições de verdade que são comumente assumidas na tendência lógica. É de acordo com os atos ilocucionários que o falante expressa e comunica seus pensamentos na realização do discurso. Tais atos são performativos no momento da elocução através da articulação de sentenças apropriadas num contexto adequado de enunciação. Austin estudou seriamente os atos ilocucionários elementares que possuem uma força ilocucionária. Ele esforçou-se na análise de suas condições de felicidade e dirigiu sua atenção para palavras que possuem seu significado determinado por certos tipos de ilocuções, avaliando suas condições de verdade. No passar de três décadas, a teoria dos atos de fala tornou-se um ramo da filosofia da linguagem. A linguagem é por excelência a maneira de expressarmos e comunicarmos nossos pensamentos conceituais. Na tradição filosófica, pensamentos conceituais são pensamentos que servem para representar fatos (estado de espírito, acontecimentos, ações e crenças, por exemplo). Nós nos remeteremos às palavras de Austin, Searle, Grice, Vanderveken e Leclerc para investigarmos a natureza da relação entre a mente, linguagem e mundo a fim de contribuirmos com a teoria do significado[2].
PALAVRAS-CHAVE: Filosofia da Linguagem; Atos de fala; Intencionalidade; Contexto; Conversação; Significado.
APÊNDICE L - Modelo de abstract
ABSTRACT
During the classical age, philosophical grammarians developed an ideational theory of meaning according to which sentence utterances serve to make acts of thoughts like judgments, requests, commands and beliefs for the purpose of communication. In the middle of the 20th century Wittgenstein pointed out in his Philosophical Investigations (1953) that meaning and use are systematically related in language. According to Wittgenstein we learn the meaning of words by learning how a role and functions in language-games. Influenced by Wittgenstein, Austin, Grice, Searle, Vanderveken, Leclerc and others contributed for a new philosophical trend devoted to ordinary language analysis. According to ordinary language philosophy, the primary units of speaker meaning in the use and communication of natural languages are therefore illocutionary acts with felicity conditions rather than propositions with truth conditions as it is commonly assumed in the logical trend. It is in the attempted performance of illocutionary acts that speakes express and communicate their thoughts in the conduct of discourse. Such acts are performed at a moment of utterance by uttering an appropriate sentence in an adequate context of utterance. Austin mainly studied elementary illocutionary acts which have a force. He attempted to analyze their felicity conditions and drew our attention to words whose meaning serve to determine types of illocutions rather than truth conditions. In the past three decades, speech act theory has branch of the contemporary theory of language. Language is the means by excellence of expressing and communicating our conceptual thoughts. In the philosophical tradition, conceptual thoughts are thoughts that are representations of facts (states of affairs, events, actions and beliefs, for example). We are referring to works by Austin, Grice, Searle, Vanderveken and Leclerc, who have clarified the nature of the relationship between the mind, language and the world by contributing to the theory of meaning[3].
KEY WORDS: Philosophy of language; Speech acts; Intentionality; Structure; Conversation; Meaning.
PARTE II
NORMAS DA ABNT PARA FORMATAÇÃO DO TEXTO
Sobre as normas
Norma é o mecanismo técnico que estabelece as regras e características mínimas que determinado estudo científico ou acadêmico deve cumprir. Dessa forma, a norma permite uma perfeita ordenação e a globalização dessas atividades. Com as normas, é possível trabalhar com um padrão, pois elas permitem que haja consenso entre pesquisadores ou cientistas. Abaixo estão algumas das normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) para elaboração de Trabalhos Científicos. Lembramos que este documento traz a maioria das normas, portanto, só utilize o que for conveniente para o seu trabalho.
Paginação
Todas as folhas do trabalho, a partir da folha de rosto, devem ser contadas mas não numeradas. A numeração é colocada, a partir da parte textual (introdução), em algarismos arábicos, no canto superior direito da folha, a 2 cm da borda superior, ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha. Havendo apêndice e anexo, as folhas devem ser numeradas de maneira contínua e a paginação deve dar seguimento à do texto principal. A capa não é contada nem numerada (Norma 14724/2002).
Margens
Ø Superior: 3 cm
Ø Inferior: 2 cm
Ø Esquerda: 3 cm
Ø Direita: 2 cm
Papel
Utilizar papel branco A-4 (21 cm X 29,7 cm). No caso do BOOK o papel deve estar timbrado com a marca da agência.
Espaçamento e fontes
O texto é digitado em espaço 1,5 em laudas (um só lado da folha). As fontes recomendadas são Times New Roman ou Arial (Word for Windows), tamanho 12. Entre os parágrafos pode - se deixar espaços duplos.
Fonte menor para:
a) 11 para citações longas;
b) 10 para notas de rodapé, paginação e legendas de ilustrações e tabelas.
Parágrafo:
A ABNT não é clara quanto ao tipo de parágrafo. Dessa forma, sugerimos a escolha da forma abaixo descrita:
· Parágrafo tradicional: 1ª linha (especial) – 1,25 cm de recuo na primeira linha.
Títulos:
· Títulos de capítulos e subtítulos, quando numerados, devem ser alinhados na margem esquerda;
· Títulos sem indicativo numérico devem ser centralizados, tais como: agradecimentos, lista de ilustração, lista abreviaturas e siglas, resumo, sumário, referências, glossário, apêndice, anexo, índice, errata (Norma 6024);
· Títulos de capítulos (caixa alta e negrito) devem ser diferenciados de subtítulos (caixa alta e sem negrito), no sumário e de forma idêntica no texto;
· Títulos de tabelas e figuras devem apresentar letras diferentes das do texto (negrito ou tamanho da letra);
· Os títulos de figuras e tabelas devem aparecer abaixo desses itens.
· Não colocar ponto final em títulos;
· Não utilizar fonte colorida para títulos;
· O texto inicia a 3 cm do título;
· O texto deve ser distribuído de forma a evitar que o título ou subtítulo de uma seção apareça no final de uma página e o texto da referida seção se encontre na página seguinte;
· Para evidenciar a sistematização do conteúdo do trabalho, deve-se adotar a numeração progressiva para as seções do texto, de acordo com o modelo a seguir:
1 SEÇÃO PRIMÁRIA
1.1 SEÇÃO SECUNDÁRIA
1.1.1 Seção terciária
1.1.1.1 Seção quaternária
1.1.1.1.1 Seção quinária
a) alínea;
b) alínea.
- subalínea
Evitar
· Títulos das seções no final da folha e texto na folha seguinte;
· Digitação de uma linha isolada no final ou início da folha;
· Separar as ilustrações do texto.
Palavras que devem aparecer em itálico
Termos técnico-científicos ou palavras estrangeiras: primeira letra do gênero em maiúsculo e a espécie em minúsculo. Ex.: Listeria monocytogenes, forma abreviada L. monocytogenes.
Siglas
Quando aparece pela primeira vez no texto, a forma completa do nome precede a sigla, colocada entre parênteses. Exemplo:
ASSOCIAÇÃO PARAIBANA DE ENSINO RENOVADO (ASPER)
Ilustrações
A ABNT (NBR - 6823) chama de ilustrações as figuras, tabelas e gráficos que, eventualmente, poderão ser utilizadas num trabalho científico para ilustrá-lo e completá-lo. As ilustrações podem figurar no corpo do trabalho ou anexadas ao seu final. Quando forem utilizadas no corpo do trabalho, deverão constituir-se num auxiliar para o esclarecimento e apoio das idéias que estão sendo apresentadas. Devem ser um elemento a mais e não uma mera repetição do que foi dito.
a) Figuras
As fotografias, quadros, lâminas, plantas, gráficos, organogramas, esquemas, desenhos e outros (com exceção de tabelas e quadros) são designadas e mencionadas no texto, sempre como “figuras”. O título deve ser breve, porém, explicativo, digitado abaixo da ilustração (no caso da revista as figuras devem seguir em arquivo anexo, com indicação de onde devem ser inseridas no texto, o mais próximo possível do trecho a que se referem e é importante que sejam observadas as condições mínimas necessárias para que, posteriormente, seja possível a obtenção de cópias do Trabalho.
b) Tabelas e Quadros
As tabelas constituem um tipo específico de ilustração e são uma unidade autônoma. Devem ser numeradas consecutivamente com algarismos arábicos que seguem a palavra Tabela, escrita em letras minúsculas. Ex.: Tabela 1, Tabela 2, Tabela 3...
A identificação deve ser digitada acima da ilustração ou quadro. Abaixo, deve constar a fonte e ano de elaboração ou publicação.
Exemplo:
GRÁFICO 1: Sexo
Fonte: Pesquisa Mercadológica – Agência Dois Rios (2008)
NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE CITAÇÕES (NBR 10520)
Citação representa a menção, no texto, de uma informação extraída em outra fonte. Por isso, faz-se necessário indicar tal fonte e, para tanto, utiliza-se o sistema autor-data. Além deste sistema, há o sistema numérico. A citação pode ser direta ou indireta, de fonte escrita ou oral.
1 Citação direta ou textual: transcrição fiel de um texto (ou parte dele), mantendo-se a grafia, pontuação, uso de maiúsculas e idioma. Deve-se usá-la apenas quando um pensamento significativo for particularmente bem expresso ou absolutamente essencial ao texto.
A citação direta obedece às seguintes normas:
a. Citação direta de até três linhas digitadas: deve ser inserida no parágrafo, entre aspas.
Exemplo 1:
Segundo Câmara Júnior (1986, p. 11), “a sociedade humana, em confronto com os aspectos rudimentares das colônias dos animais gregários, é, na sua tremenda complexidade, uma conseqüência da posse da linguagem”. Nesse sentido, a linguagem é, por excelência, veículo essencial na expressão do pensamento.
Exemplo 2:
Os estudos sociocognitivistas mostram que nós conceptualizamos o mundo via metáforas, graças a uma relação entre domínios de conhecimentos expressos lingüisticamente. De forma que, “o paradigma cognitivo para a metáfora mostra que as áreas mais intangíveis de nossas experiências diárias são entendidas em termos do que é familiar e concreto para os falantes” (CHIAVEGATTO, 2002, p. 157).
b. Citação direta com mais de três linhas digitadas: deve ser destacada com recuo de 4 cm da margem esquerda (sem deslocamento da primeira linha e terminando na margem direita), em espaço simples e com fonte menor (11) que a usada no texto.
Exemplo:
O desenvolvimento do raciocínio lógico na Escola Infantil se dá paralelamente ao desenvolvimento sensorial e podemos contribuir para desenvolver a ambos através de inúmeras atividades de refinamento da percepção. O primeiro procedimento consiste em fazer com que a criança reconheça o que é semelhante e o que é diferente, valendo-se especialmente dos jogos de formação de pares (CERQUETTTI-ABERANKE, 1997, p. 62).
2 Citação indireta ou livre: corresponde ao texto redigido pelo autor a partir das idéias de outro(s) autor(es). A citação indireta pode aparecer sob duas formas principais: paráfrase ou condensação. Em ambas, é indispensável a indicação da fonte.
Exemplo 1:
A Pragmática, ao considerar a linguagem a partir do uso que os intercolutores fazem em função da ação que exercem uns sobre o outro, fez surgir preocupações que não haviam sido registradas pela Lingüística da Frase, destacando o lugar do sujeito da enunciação no campo dos estudos lingüísticos (SILVA, 2004).
Exemplo 2:
Segundo Meireles (1999), o princípio da eficiência é o mais moderno do campo administrativo, contentando-se não apenas com a legalidade, mas também com o resultado positivo do serviço público e o conseqüente atendimento satisfatório da comunidade.
Exemplo 3:
Os primeiros estudos sistemáticos sobre concepções matemáticas datam do final da década de 70 (FERREIRA, 2002).
a. Citação indireta de diversos textos (vários autores): os autores devem ser separados por ponto-e-vírgula, em ordem alfabética.
Exemplo 4:
A pobreza interpretativa de muitos estudos, várias vezes apontada em avaliações da produção científica nas áreas da educação, deve -se essencialmente à ausência de um quadro teórico criteriosamente selecionado (ALVES MAZZOTTI, 2002; GATTI, 1987; WARDE, 1990).
3 Citação de citação: é a referência a um material ao qual não se teve acesso, mas do qual se tomou conhecimento via citação em outro trabalho. Assim, só deve ser usada na total impossibilidade de acesso ao escrito original, como nos casos de livros muito antigos, que já estão esgotados. Sua indicação pode ser feita tanto no sistema autor-data quanto no sistema numérico, devendo ser utilizada a expressão citado por ou apud. Quando das referências, deve-se mencionar apenas a obra consultada.
Exemplo 1:
Segundo Merleau-Ponty (1969 apud PAVIANI, 2003), a ciência tem um pensamento de sobrevôo, sendo capaz de manipular as coisas e, simultaneamente, incapaz de habitá-las.
Exemplo 2:
"[...] the notion of reaction to other people’s behavior and fortunes and of attitudes and expressions of attitudes to someone else’s past conduct or imminent conduct”" (AUSTIN, 1962, p. 160 apud SILVA, 2005, p. 58).
4 Uso da expressão sic: serve para indicar equívocos gráficos ou de qualquer outra natureza, informando ao leitor que o referido equívoco é de responsabilidade do autor da obra original.
Exemplo:
"O ministro Antônio Rogério Magri afirmou ontem que Fernando Collor é imexível [sic]."
5 Citação de entidades coletivas: recomenda-se que sejam indicadas por suas siglas, desde que tenham sido anteriormente referidas por extenso, no primeiro momento que apareceram no texto.
Exemplo:
Atualmente, há uma superioridade numérica de mulheres na população brasileira (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, 2000).
6 Citação de documentos divulgados por órgãos administrados pelo governo, sem autoria própria, devem ser indicados pelo nome geográfico do país, estado ou município, seguido pela data do documento.
Exemplo:
No texto:
O mecanismo proposto para viabilizar esta concepção é chamado contrato de gestão, que conduziria à captação de recursos privados como forma de reduzir os investimentos públicos no ensino superior (BRASIL, 1995).
Na lista de referências:
BRASIL. Ministério da Administração Federal e da Reforma do Estado. Plano diretor da reforma do aparelho do Estado. Brasília, DF, 1995.
7 Citações de publicações sem autor: são referidas pelo título. Caso o título seja muito longo, recomenda-se que seja indicado pelas primeiras palavras, seguidas de reticências e do ano, desde tenha sido anteriormente mencionado por completo.
Exemplo:
(AS atividades..., 2005).
8 Entrevistas citadas: devem ser apresentadas ao longo do texto, entre aspas, em itálico.
9 Quando a citação incluir texto traduzido pelo autor, deve-se incluir, após a chamada da citação, a expressão "tradução nossa" entre parênteses.
Exemplo:
“[...] a noção de reação ao comportamento e à sorte de outras pessoas, e a noção de atitude e expressão de atitude diante da conduta passada ou iminente de alguém" (AUSTIN, 1962, p. 160, tradução nossa).
10 Quando o(s) nome(s) do(s) autor(es), instituição(ões) responsável(eis) estiver(em) incluído(s) na sentença, indicam-se a data e a(s) página(s), entre parênteses.
Exemplo:
Conforme salienta Andrade (2003, p. 25-25), o conceito de representação social evidencia a idéia de que grande parte da sociedade assimila e aceita conhecimentos elaborados por especialistas, via representações ao senso comum dos mais diferentes grupos.
11 Quando houver coincidência de autores com o mesmo sobrenome e data, acrescentam-se as iniciais de seus prenomes; se ainda assim permanecer a coincidência, colocam-se os prenomes por extenso.
Exemplos:
(BARBOSA, C., 1958) (BARBOSA, Cássio, 1965)
(BARBOSA, O., 1958) (BARBOSA, Celso, 1965)
NOTAS DE RODAPÉ
São comentários que servem para registrar observações ou aditamentos ao texto, feitos pelo autor, tradutor ou editor. Devem estar alinhadas, a partir da segunda linha da mesma nota, abaixo da primeira letra de cada palavra, de forma a destacar o expoente e sem espaço entre elas e com fonte menor (10).
NOTAS DE REFERÊNCIAS
A numeração é feita por algarismos arábicos e deve ser única e consecutiva para cada capítulo ou parte. Não se deve iniciar a numeração a cada página. A primeira citação de uma obra deve ser completa e as demais podem ser referenciadas de maneira abreviada, valendo-se das seguintes expressões latinas:
Idem ou Id. = mesmo autor;
Ibidem ou Ibid. = na mesma obra;
Opus citatum ou op. cit. = obra citada;
Passim = aqui e ali, em diversas passagens;
Loco citado ou loc. cit. = no lugar citado
Confira, confronte = Cf.;
Sequentia ou et. Seq. = seguinte ou que se segue;
Apud = citado por, conforme, segundo . (Esta expressão também pode ser usada no texto).
Obs.: todas as expressões acima reportadas só podem ser utilizadas na mesma página ou folha a que se referem.
NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS (NBR - 6023/2002)
Regras Gerais de Apresentação:
Apresentar as referências bibliográficas e a bibliografia com espaço simples entre as linhas de cada referência e duplo entre uma referência e outra;
As referências são alinhadas somente à margem esquerda e de forma a se identificar individualmente cada documento;
A pontuação segue padrões internacionais e deve manter-se uniforme para todas as referências;
As abreviaturas devem estar conforme a NBR 10522;
Os recursos tipográficos (negrito, grifo ou itálico) utilizados para destacar o elemento título devem ser uniformes em todas as referências de um mesmo documento.
1 Referências de Livros:
Ordem dos elementos:
· autor da publicação iniciado pelo sobrenome em maiúsculo, seguido do nome em minúsculo (SOBRENOME, NOME.);
· título do livro e subtítulo. Apenas a primeira letra do título é em maiúscula, exceto nos casos de existência de nomes próprios.Só o título deve estar em negrito;
· número da edição;
· local da publicação (quando houver mais de um, indicar o mais destacado);
· editor (quando houver mais de um indica-se o primeiro);
· ano da publicação.
Exemplos:
Com um autor:
PAIVA, Vanilda Pereira. Educação popular e educação de adultos. 2. ed. São Paulo: Edições Loyola, 1983.
Com dois ou três autores:
FONSECA, Joaquim; FONSECA, Fernanda Irene. Pragmática lingüística e ensino do português. Coimbra: Almeida Livraria, 1990.
Com mais de três autores: são indicados pelo sobrenome do primeiro, seguido da expressão et al.
LUCKESI, Cipriano et al. Fazer universidade: uma proposta metodológica. São Paulo: Cortez, 1985.
Obs.: em obras compostas formadas por vários trabalhos de diversos autores, a referência inicia com o sobrenome do organizador.
FELTES, Heloísa Pedrosa de Moraes (Org.). Produção de sentido: estudos transdisciplinares.Caxias do Sul: Educs, 2003. 460p.
Capítulo de livros com autoria própria:
SANTOS, F. R. dos. A colonização da Terra do Tucujús. In: ______. História do Amapá, 1º grau. 2. ed. Macapá: Valcan, 1994. cap. 3, p.15-24.
CHIAVEGATTO, Valéria Coelho. Gramática: uma perspectiva sociocognitiva. In: CHIAVEGATTO, Valéria Coelho (Org.). Pistas e travessias II. Bases para o estudo da gramática, da cognição e da interação. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2002. p. 131-212.
Autoria indefinida: a referência bibliográfica de uma obra anônima é feita pelo título da obra, sendo a primeira palavra impressa em letras maiúsculas.
MANUAL para elaboração de projetos. Rio de Janeiro: Zahar, 1998.
2 Artigo e/ou Matéria de Periódico:
Ordem dos elementos:
autor (es) (se houver);
título do artigo ou matéria;
subtítulo (se houver);
título da publicação;
local de publicação;
numeração correspondente ao volume e/ou ano;
as informações de período e data de publicação.
Exemplo:
GURGEL, C. Reforma do Estado e segurança pública. Política e administração, Rio de Janeiro, v. 3, n. 2, p. 15 21, set. 1997.
Artigo de Revista Institucional:
COSTA, V. R. À margem da lei: o Programa Comunidade Solidária. Em pauta. Revista da Faculdade de Serviço Social da UERJ, Rio de Janeiro, n. 12, p. 131- 148, 1998.
3 Artigo e/ou Matéria de Jornal:
Ordem dos elementos:
autor (es) (se houver);
título, subtítulo (se houver);
título do jornal;
local de publicação;
data de publicação, seção, caderno ou parte do jornal e a paginação correspondente.
Artigo de jornal diário:
NAVES, P. Lagos andinos dão banho de beleza. Folha de São Paulo, São Paulo, 28 jun. 1999. Folha Turismo, Caderno 8, p. 13.
Obs.: Quando não houver seção, caderno ou parte, a paginação do artigo ou matéria precede a data.
4 Referências de materiais não-publicados (apostilas e notas de aula)
DIAS SOBRINHO, José. Avaliação institucional: teoria e experiências. 1995. (Notas de aula do professor Dilvo I. Ristoff).
5 Referências de trabalho apresentado em evento (congressos, conferências, reuniões etc.)
Ordem dos elementos:
· sobrenome do autor em maiúsculo e nome em minúsculo. SOBRENOME, Nome;
· título do trabalho apresentado seguido da expressão "In:";
· título do evento;
· numeração do evento (se houver);
· ano e local de realização;
· título, subtítulo (se houver) do documento (anais...);
· local e editora;
· data de publicação;
· página inicial e final da parte referenciada.
Resumo de Trabalho em Congresso:
ALVES, L.; BAYER, C.; MIELNICZUK, j. Alterações qualitativas da matéria orgânica
e os fatores determinantes da sua estabilidade num solo podzólico vermelho escuro em diferentes sistemas de manejo. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIENCIA DO SOLO, 26. 1997, Rio de Janeiro. Resumos... Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 1997. p. 443, ref. 6-141.
Trabalho Publicado em Anais de Congresso:
BRAYNER, A. R. A.; MEDEIROS, C. B. Incorporação do tempo em SGBD orientado a objetos. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE BANCO DE DADOS, 9., 1994, São Paulo. Anais... São Paulo: USP, 1994. p. 16-29.
6 Referências de documentos eletrônicos: artigo, matéria, reportagem publicada em periódicos, jornais e outros, em meio eletrônico.
Artigo de Revista:
RIBEIRO, P. S. G. Adoção à brasileira: uma análise sócio-jurídica.Datavenia, São Paulo, ano 3, n. 18, ago. 1998. Disponível em:. Acesso em: 10 set. 1998.
Matéria de Revista não Assinada:
WINDOWS 98: o melhor caminho para atualização. PC World, São Paulo, n. 75, set. 1998. Disponível em:. Acesso em: 10 set. 1998.
Matéria de Jornal Assinada:
SILVA, I.G. Pena de morte para o nascituro. O Estado de S. Paulo, São Paulo, 19 set. 1998. Disponível em:. Acesso em: 19 set. 1998.
Artigo de Jornal Científico:
KELLY, R. Electronic publishing at APS: its not just online journalism.APS News Online, Los Angeles, Nov. 1996. Disponível em:. Acesso em: 25 nov. 1998.
Matéria de jornal não assinada:
ARRANJO tributário. Diário do Nordeste Online, Fortaleza, 27 nov. 1998. Disponível em:. Acesso em: 28 nov. 1998.
Informação provinda de listas de discussões:
BIOLINE Discussion List. List maintained by the Base de Dados Tropical, BDT in Brasil.
Disponível em:. Acesso em 25 nov.1998.
Publicações de documento jurídico:
Legislação: requer jurisdição (ou ainda cabeçalho da entidade, quando se tratar de normas), título, numeração, data e dados da publicação. Em se tratando de Constituição e suas respectivas emendas, entre o nome da jurisdição e o título, acresce-se a palavra Constituição, seguida do ano de sua promulgação, entre parênteses.
a) Constituição[4]
BRASIL, Constituição (1988). Emenda constitucional n° 9, de 9 de novembro de 1995.Lex: legislação federal e marginalia, São Paulo, v.59, p. 1966, out./dez. 1995.
b) Leis e decretos
BRASIL, Decreto-lei n° 3.474, de 19 de maio de 2000. Regulamenta a Lei 9.841, de 5 de outubro de 1999, que institui o Estatuto da Micro-Empresa e da Empresa de Pequeno Porte e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 22 de maio 2000.
c) Medida Provisória
BRASIL, Medida provisória n° 1.569-9, de 11 de dezembro de 1997. Estabelece multa em operações de importação, e dá outras providências. Diário oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 14 de dez. 1997. Seção 1, p. 29514.
Jurisprudência: súmulas, enunciados, acórdãos, sentenças e outras decisões judiciais. Requer: jurisdição e órgão judiciário competente, título (natureza da decisão ou ementa) e número, partes envolvidas (se houver), relator, local, data e dados de publicação.
Exemplo:
BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Habeas-corpus n° 181.636-1, da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF, 6 de dezembro de 1994. Lex: jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v.10, n. 103, p.236-240, mar. 1998.
Doutrina Jurídica: inclui qualquer discussão técnica acerca de questões legais (monografias, artigos de periódicos, papers etc.) citada de acordo com o tipo de publicação.
a) Livro de doutrina jurídica
RIOS, Josué. Guia dos seus direitos. 11. ed. São Paulo: Globo, 2001.
b) Fascículo de revista
REVISTA JURÍDICA. Curitiba: Faculdades Integradas Curitiba, ano 16, n. 14, 2001.
Imagem em movimentos (filmes, videocassetes, DVDs e outros): título, diretor, produtor, local, produtora, data e especificação do suporte em unidades físicas. Se necessário, acrescentam-se alguns elementos complementares: subtítulo (caso exista), roteirista, elenco principal, som, cor, dimensões, sistema de gravação.
a) Vídeo[5]
AS CINCO doenças fatais da administração. Palestra de W. de Edwards Deming. São Paulo: Encyclopaedia Britannica, 1997. 1 videocassete (16 min), son., color, VHS / NTSC.
PREDADORES selvagens. Direção: G. Dieter Palge e Mike Price. Produção: Colin Willock. São Paulo: Abril Coleções, 1996. 1 videocassete (52 min), son., color, VHS / NTSC.
b) DVD
O SENHOR dos anéis. Direção: Peter Jackson. Atores: Elijah Wood; Ian Mckellen; Viggo Mortensen; Sean Artin; Liv Tyler; Sean Bean; Cate Blanchett; Ian Holm; Hugo Weaving; Orlando Bloom; Christopher Lee; John Rhys-Davies. Los Angeles: Warner Bros., 2003.1 DVD (200 min),widescreen, color. Produzido por Natinal Geographic Society.
c) Filme
CENTRAL do Brasil.Direção: Walter Salles Júnior.Produção: Martire de Clermont-Tonnerre e Arthur Cohn. Intérpretes: Fernanda Montenegro; Marília Pera; Vinícius de Oliveira; Sônia Lira; Othon Bastos; Matheus Nachtergale e outros. Roteiro: Marcos Bernstein, João Emanuel Carneiro e Walter Salles Júnior.[ S.l]: Le Studio Canal; Riofilme MACT Productions, 1998. 1 bobina cinematográfica (106 min), son., color., 35mm.
Documentos iconográficos: pintura, gravura, fotografia, desenho técnico, diapositivo, diafilme, material estereográfico, transparência, cartaz e outros. Requer: autor, título (se não existir, atribui-se uma denominação ou indicação Se título, entre colchetes), data e especificação do suporte.
a) Pintura
SILVEIRA, Pedro Benedito. Mestre Vitalino. 1949. 1 óleo sobre tela, color., 80cm x 100cm. Coleção Mestres da Arte, Caruaru
b) Gravura
SHANA, A. Samba. 1982. 1 gravura, serigrafia, color., 23cm x 43cm. Coleção Particular.
c) Fotografia em papel
SANDER, Clóvis. Cristo Redentor: construção das escadas rolantes. 2002. 1 fot., p & b, 41cm x 26cm.
d) Transparência
CASTRO, Onireves Monteiro de. Análises do discurso do professor do PEC. João Pessoa: PPGL, 2005. 20 transparências, color., 25cm x 20cm.
e) Diapositivos (Slides)
CAJAZEIRAS ontem e hoje. Cajazeiras: Sermap, 2005. 100 diapositivos, color., 5cm x 5cm.
Documento sonoro no todo: disco, CD (compact disc), cassete, rolo, entre outros. Requer: compositor (es) ou intérprete(s). Título. Local: Gravadora (ou equivalente), data. Especificação do suporte.
a) Compact Disc. CD
PINHEIRO, Paulo César. O Lamento do samba. Rio de Janeiro: Acari Records & Biscoito Fino, 2003. 1 CD.
b) Entrevista gravada
MELO, Fernando Collor de Melo. Fernando Collor de Melo: depoimento [agosto 2005]. Entrevistadores: Joana Furtado e Eleonora Guinevère. Maceió: LDI -AL, 2001. 2 cassetes sonoros. Entrevista concedida ao Jornal Gazeta de Alagoas do LDI -AL.
Documento sonoro em parte: partes e faixas de documentos sonoros. Requer: compositor (es), intérprete(s) da parte (ou faixa de gravação), título, seguidos da expressão In:, e da referência do documento sonoro no todo. No fim da referência, informa-se a faixa ou outra forma de individualizar a parte referenciada.
Exemplo:
VOX, Bonato. Beautiful day. Intérprete: U2. In: _______. U2 All that you can’t leave behind. [S.1]: Universal, 2000. 1 CD (50 min). Faixa 1 (4 min 6s).
Documento cartográfico: atlas, mapas, globo, fotografia aérea e outros. As referências obedecem, se necessário, aos padrões de outros tipos de documentos.Assim, requer: autor(es), título local, editora, data de publicação, designação específica e escala.
a) Atlas
ATLAS Geográfico Mundial. São Paulo: Folha de São Paulo, 1994. 1. atlas. Escalas variam.
ATLAS das Relações Internacionais. 2. ed. Lisboa: Plátano, 2000. 1 atlas. Escalas variam.
b) Mapa
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Mapa do Brasil. Rio de Janeiro: IBGE, 2000. 1 mapa, color., 120cm x 100cm. Escala: 1:6.000.000.
b) Globo
MARQUES, J. F. Globo. São Paulo: Instituto Cartográfico Nacional, [199-]. 1 globo, color., 31cm de diâmetro. Escala:1: 41.849.
c) Fotografia aérea
INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo, SP). Projeto Lins Tupã: foto aérea. São Paulo, 1986. 1 fotografia aérea. Escala 1: 35.000. Fx 28, n.15.
Informação recebida via e-mail:
ACCIOLY,F. Publicação eletrônica[mensagem pessoal]. Mensagem recebida porem 26 de jan. 2000.
OBSERVAÇÕES COMPLEMENTARES
· Várias obras de um mesmo autor e data devem ser diferenciadas por meio de letras minúsculas em ordem alfabética. Exemplo:
Alves (1998a) Alves (1998b)
· O nome do autor de várias obras referenciadas sucessivamente deve ser substituído, nas referências seguintes à primeira, por um traço (de seis toques). Essa referência deve ser feita em ordem cronológica crescente, a partir do ano de publicação.
Exemplo:
MARQUES, Juraci C. Ensinar não é transmitir...
______ . Paradigma para análise do ensino...
· Se nenhuma data de publicação, distribuição, impressão, etc. puder ser determinada, registre uma data aproximada entre colchetes.
Exemplos:
[1981?] para data provável;
[ca.1960] para data aproximada
[197-] para década certa
[18--] para século certo
[18--?] para século provável.
[1] Em se tratando do Trabalho de Conclusão de Curso, os itens 16 e 17, respectivamente PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS, METODOLOGIA ou MATERIAL E MÉTODOS e APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DE DADOS ou RESULTADOS E DISCUSSÃO, podem configurar no próprio espaço do DESENVOLVIMENTO, inclusive intitulado como qualquer outro capítulo do texto. Aliás, essa tem sido a forma mais corriqueira nos dias atuais.
[2] SA JÚNIOR, Lucrécio Araújo de. A teoria dos atos de fala na Filosofia da Linguagem. Dissertação de Mestrado. João Pessoa: UFPB, 2006.
[3] SA JÚNIOR, Lucrécio Araújo de. A teoria dos atos de fala na Filosofia da Linguagem. Dissertação de Mestrado. João Pessoa: UFPB, 2006.
[4] Exemplos extraídos de ROLIM, Maria do Carmo Marcondes Brandão. Manual de apresentação de trabalhos científicos (PED). Curitiba: IESD, 2004.
[5] Aqui, também, os exemplos são extraídos de ROLIM, Maria do Carmo Marcondes Brandão. Manual de apresentação de trabalhos científicos (PED). Curitiba: IESD, 2004.
COORDENAÇÃO DO CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL COM HABILITAÇÃO EM PUBLICIDADE E PROPAGANDA
COORDENAÇÃO DO PROJETO EXPERIMENTAL – PREX
COMPOSIÇÃO DO BOOK E NORMAS DA ABNT:
REGRAS GERAIS
PROFA. DRA. MICKY FISCHER
JOÃO PESSOA
2009
APRESENTAÇÃO
O Projeto Experimental – PREX é a etapa do curso de Comunicação Social com Habilitação em Publicidade e Propaganda na qual o aluno tem a oportunidade de utilizar, de maneira mais efetiva, os conhecimentos teóricos adquiridos para a produção de todas as etapas de produção uma campanha publicitária.
Essa proposta é um diferencial do curso oferecido pela Associação Paraibana de Ensino Renovado – ASPER, momento em que o aluno vivenciará uma experiência prática de trabalho como agência, em caráter experimental, desenvolvendo as principais etapas do processo de elaboração de uma campanha. Ao longo de dois semestres, serão executadas as etapas de composição do Book, para um cliente real, que se inicia pelos estudos exploratórios e prospectivos, passando por uma pesquisa de mercado, pelo planejamento, até a apresentação pública das peças criadas para a respectiva campanha.
Esse manual oferece orientações básicas para a execução dessa arrojada tarefa. A composição do conteúdo foi pensada no sentido de apresentar instruções para a realização das variadas etapas de elaboração do Book. Aqui o aluno encontrará uma sugestão de roteiro para elaboração e apresentação do trabalho, assim como uma síntese das principais normas da ABNT para formatação do texto, elaboração de citações e de referências, de maneira que a experiência seja suave e prazerosa.
SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO.......................................................................................................... 02
SUMÁRIO........................................................................................................................ 03
PARTE I........................................................................................................................... 05
COMPOSIÇÃO DO BOOK............................................................................................ 05
SUGESTÃO DE ROTEIRO BÁSICO PARA APRESENTAÇÃO................................. 05
REGRAS GERAIS PARA A COMPOSIÇÃO DO BOOK............................................. 08
ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS...................................................................................... 08
CAPA................................................................................................................................ 08
ERRATA........................................................................................................................... 08
FOLHA DE ROSTO......................................................................................................... 09
FOLHA DE APROVAÇÃO............................................................................................. 09
EPÍGRAFE....................................................................................................................... 10
DEDICATÓRIA............................................................................................................... 10
AGRADECIMENTOS................... .............................................. ................................... 10
RESUMO.. .............................................. .............................................. .......................... 10
RESUMO EM LÍNGUA ESTRANGEIRA....... .............................................. ................ 10
LISTA DE ILUSTRAÇÕES.... .............................................. ........................................... 10
LISTA DE TABELAS............... .............................................. ......................................... 11
LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS.......... ............................................................. 11
LISTA DE SIMBOLOS......... .............................................. ............................................. 11
SUMÁRIO................. .............................................. ......................................................... 11
ELEMENTOS TEXTUAIS............................................................................................. 11
INTRODUÇÃO...................... .............................................. ............................................ 11
DESENVOLVIMENTO................ .............................................. ..................................... 12
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS, METODOLOGIA ou MATERIAL E MÉTODOS....................... .............................................. ................................................... 12
APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DE DADOS ou RESULTADOS E DISCUSSÃO....... 12
CONSIDERAÇÕES FINAIS ou CONCLUSÕES....... ..................................................... 12
ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS.................................................................................... 13
REFERÊNCIAS...... .............................................. ........................................................... 13
APÊNDICE......... .............................................. ............................................................... 13
ANEXO.......... .............................................. .................................................................... 13
RECOMENDAÇÕES (Antes de entregar um trabalho) .............................................. 14
MODELOS DE LAYOUTS............................................................................................. 15
Modelo de capa............ .............................................. ........................................................ 15
Modelo de folha de rosto.......... .............................................. ........................................... 16
Modelo de errata............ .............................................. ...................................................... 17
Modelo de folha de aprovação.... .............................................. ........................................ 18
Modelo de dedicatória........... .............................................. .............................................. 19
Modelo de agradecimento...... .............................................. ............................................. 20
Modelo de epígrafe............ .............................................. .................................................. 21
Modelo de sumário.............. .............................................. ................................................ 22
Modelo de lista de tabelas......... .............................................. .......................................... 23
Modelo de resumo.......... .............................................. ..................................................... 24
Modelo de abstract..... .............................................. ......................................................... 25
PARTE II........................................................................................................................... 26
NORMAS DA ABNT PARA FORMATAÇÃO DO TEXTO....................................... 26
Paginação............ .............................................. ................................................................ 26
Margens.......... .............................................. ..................................................................... 26
Papel............ .............................................. .............................................. ......................... 27
Espaçamento e fontes........ .............................................. .................................................. 27
Parágrafos............................................................................................................................ 27
Títulos.... .............................................. .............................................................................. 27
Palavras que devem aparecer em itálico......... .................................................................... 28
Siglas.......... .............................................. ......................................................................... 28
Ilustrações... .............................................. ......................................................................... 29
NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE CITAÇÕES (NBR10520).............................. 31
Citações (NBR 10520)................ .............................................. ........................................ 31
Citação direta ou textual......... .............................................. ............................................. 31
Citação direta de até três linhas digitadas............... ............................................................ 31
Citação direta com mais de três linhas digitadas......... ....................................................... 31
Citação indireta ou livre.......................... ........................................................................... 32
Citação de citação................... ............................................................................................ 33
Uso da expressão sic........ ................................................................................................... 33
Entidades coletivas.................................. ........................................................................... 34
Documentos divulgados por órgãos administrados pelo governo........... ........................... 34
Citações de publicações sem autor................ ..................................................................... 34
Entrevistas citadas............ .............................................. ................................................... 34
Notas de rodapé.......... .............................................. ......................................................... 36
Notas de referência.......... .............................................. .................................................... 36
NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS (ABNT – 6023/2002)......... 37
PARTE I
COMPOSIÇÃO DO BOOK
SUGESTÃO DE ROTEIRO BÁSICO PARA APRESENTAÇÃO
Na busca de uniformização dos trabalhos do PREX 2009 segue a descrição das etapas a serem seguidas para elaboração do Book.
Capa
Folha de rosto
Folha de aprovação
Errata
Epígrafe (opcional)
Dedicatória (opcional)
Agradecimentos (opcional)
Resumo
Resumo em língua estrangeira
Lista de Gráficos
Lista de Quadros (quando houver)
Lista de Tabelas (quando houver)
Lista de Figuras
Sumário
1 Introdução
1.1 Justificativa
1.2 Hipóteses (quando houver)
1.3 Objetivos
1.4 Fundamentação teórica
1.5 Metodologia
2 Prospecção
2.1 Relatório de prospecção
3.2 Estudo do perfil mercadológico
3.3 Análise da prospecção
3 Briefing
3.1 Produto
3.3 Mercado
3.4 Consumidor
3.5 Preço
3.6 Razões de consumo
3.7 Concorrência
3.8 Objetivos de Mercado
3.9 Objetivos de Comunicação
3.10 Mídia
3.11 Promoção e Merchandising
4 Pesquisa
4.1 Problema da pesquisa
4.2 Hipóteses
4.3 Objetivo da pesquisa
4.4 Tipo de pesquisa
4.5 Métodos e procedimentos (métodos de pesquisa e métodos de coleta de dados)
4.6 Amostra (justificativa da amostra, tipo da amostra, cálculo e tamanho)
4.7 Análise dos resultados
4.8 Considerações sobre a pesquisa
5 Contra-briefing (se houver)
6 Planejamento
6.1 Situação do mercado (ambiente externo e externo – macro e microambiente)
6.2 Análises comparativa da concorrência
6.3 Problemas de Comunicação
6.4 Posicionamento da Marca
6.5 Objetivo do Marketing
6.6 Estratégias de Marketing (definição das ações para produto/serviço, preço,
praça/distribuição e promoção/comunicação)
6.7 Objetivo de comunicação
6.8 Estratégias de comunicação (definição das ações de propaganda, promoção de vendas,
relações públicas e comunicação direta)
6.9 Criação (Tema da campanha, tom da campanha, abordagem do tema e slogan)
6.10 Mídia (Definição e justificativa dos meios utilizados e não utilizados)
6.11 Sistema de avaliação da campanha
6.12 Distribuição da verba (resumo financeiro, fluxo de caixa)
6.13 Cronograma
6.14 Obrigatoriedade da Comunicação
7 Técnicas Publicitárias
7.1 Estratégias
7.2 Descrição das ações de Promoção de Vendas, Promoção Institucional, Merchandising,
Relações Públicas e Marketing Direto
8 Mídia
8.1 Objetivos de mídia
8.2 Definição e justificativa dos veículos utilizados
8.3 Período da campanha
8.4 Táticas de mídia
8.5 Uso dos meios de comunicação
8.6 Mapas de veiculação e autorização
8.7 Orçamento de criação, produção e veiculação
8.8 Custo final da campanha
9 Criação
9.1 Objetivos
9.2 Estratégias de criação
9.3 Tom da campanha
9.4 Tema da campanha
9.5 Slogan
9.5 Descrição das peças (arte, decupagem, fonte utilizada, seleção das cores, direção de
arte,roteiros)
8.6 Peças da campanha
10 Ética e Legislação publicitária
11 Orçamento Final da Campanha
12 Considerações finais
Referências
Apêndices
Anexos
REGRAS GERAIS PARA A COMPOSIÇÃO DO BOOK
ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS
Os elementos pré-textuais antecedem o texto com informações que ajudam na identificação e na utilização do trabalho. Os elementos pré-textuais, assim como os pós-textuais, por não se apresentarem como capítulos do trabalho, não são enumerados, e, portanto, seus títulos devem vir centralizados, escritos em letras maiúsculas e em negrito.
CAPA (Ver Apêndice A): elemento obrigatório. Deve apresentar, na ordem seguinte:
Nome da instituição e do curso
Centralizado a 3 cm da borda superior, digitado com fonte Times New Roman ou Arial maiúscula e negritada, tamanho preferencial 12.
Nome do autor do trabalho
Centralizado, após um espaço de 2 cm, também com fonte Times New Roman maiúscula e negritada, tamanho preferencial 14:
Título do trabalho, posicionado na 13ª linha após o nome da instituição
Subtítulo, se houver, deve ser precedido de dois pontos
No centro da folha, com fonte Times New Roman maiúscula e negritada, tamanho preferencial 16.
Local (cidade) da instituição onde o trabalho será apresentado
Ano da entrega do trabalho
Posicionados a 2 cm da borda inferior, com fonte Times New Roman, maiúscula e
negritada, tamanho preferencial 12.
ERRATA (Ver Apêndice C): elemento opcional. Consiste em uma lista de desvios, ortográficos ou de qualquer outra natureza, com as respectivas correções e indicação das folhas e linhas em que aparecem. A errata tanto pode ser encadernada junto ao corpo do trabalho quanto figurar em seu interior em papel avulso (em caso de ser confeccionada após encadernação do texto).
FOLHA DE ROSTO (Ver Apêndice B): também é elemento obrigatório. Contém, na seguinte ordem, as informações:
Nome do autor do trabalho
Centralizado a 3 cm da borda superior, também com fonte Times New Roman maiúscula e negritada, tamanho preferencial 14.
Título do trabalho e posicionado na 13ª linha após o nome da instituição
Subtítulo, se houver, deve ser precedido de dois pontos
No centro da folha, com fonte Times New Roman maiúscula e negritada, tamanho preferencial 16.
Nota indicativa da natureza do trabalho (tese, dissertação, monografia, relatório...), objetivo (aprovação em disciplina, grau pretendido e outros), nome da instituição, área de concentração, orientador e co-orientador (se houver). Em fonte 12, a 7 cm da margem, espaço simples.
Posicionada logo após o título/subtítulo.
local (cidade) da instituição onde o trabalho será apresentado
ano da entrega do trabalho
Posicionados a 2 cm da borda inferior, com fonte Times New Roman, maiúscula e negritada, tamanho preferencial 12.
FOLHA DE APROVAÇÃO (obrigatório / Ver Apêndice D): é constituída pelo nome do autor, título do trabalho e subtítulo (caso exista), natureza, objetivo, nome da instituição a que é submetido, área de concentração, data de aprovação, nome, titulação e assinatura dos membros da banca examinadora. A data de aprovação e assinaturas dos membros da banca examinadora são colocadas, obviamente, após a aprovação do trabalho.
EPÍGRAFE (opcional): máxima ou pensamento relacionados com o assunto abordado no
corpo do trabalho. Pode figurar também no início das partes principais do texto.
DEDICATÓRIA (opcional): homenagem prestada a alguém. Quando pouco extensa, deve
ser feita na parte inferior direita da folha.
AGRADECIMENTOS (opcional): nesta seção, o autor dirige agradecimentos a pessoas e/ou instituições das quais recebeu apoio para o desenvolvimento do trabalho. Assim como a epígrafe e a dedicatória, os agradecimentos são dispostos em folha distinta, sem aspas.
RESUMO: síntese dos aspectos de maior relevância do trabalho (objetivos, metodologia, resultados e conclusões), redigido em parágrafo único, sem deslocamento da primeira linha, em espaço simples, fonte 12. É importante lembrar que o resumo não pode ultrapassar 500 palavras, não carece de citação de autor e deve ser seguido de palavras-chave.
· Palavras-Chave: são palavras descritoras que resumem o conteúdo abordado no trabalho. É recomendável o mínimo de 3 (três) e o máximo de 6 (seis) palavras.
RESUMO EM LÍNGUA ESTRANGEIRA: versão do resumo para idioma de divulgação internacional (inglês: Abstract, Espanhol: Resumen, Francês: Résumé, por exemplo). Também deve ser seguida das palavras representativas do conteúdo do trabalho, as palavras-chave.
LISTA DE ILUSTRAÇÕES (opcional): deve ser elaborada conforme a ordem indicada no texto, com cada item designado por seu nome específico, acompanhado do número da página. Se necessário, recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração (desenhos, fluxogramas, fotografias, gráficos, mapas, organogramas, plantas, quadros, retratos e outros).
LISTA DE TABELAS (opcional): elaborado de acordo com a ordem de apresentação no texto, com cada item designado por seu nome específico, acompanhado do respectivo número da página.
LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS (opcional): consiste na relação alfabética das abreviaturas e siglas utilizadas no texto, seguidas das palavras ou expressões correspondentes grafadas por extenso.
LISTA DE SIMBOLOS (opcional): deve ser elaborada conforme a ordem indicada no texto, com o devido significado.
SUMÁRIO: apresentação das seções mais representativas do trabalho, com a indicação das respectivas páginas ligadas por linha pontilhada. Escreve-se sumário em caixa alta, centrado, a 3 cm da borda superior. Os títulos dos capítulos são em caixa alta e as demais subdivisões apenas com a primeira letra em maiúscula. O editor de texto da Microsoft, Word, oferece recurso automático para formatação do sumário.
ELEMENTOS TEXTUAIS
São as partes fundamentais da composição do book.
INTRODUÇÃO: a introdução apresenta grande parte dos elementos comuns a todo o trabalho: a apresentação do tema, o enunciado do problema, os objetivos, a justificativa, as hipóteses postuladas, dificuldades e alterações efetuadas. Portanto, deve-se explicar de forma sucinta o assunto abordado ¾ seus limites e o interesse oferecido ¾ , conduzindo o leitor ao cerne da pesquisa realizada, sem, contudo, apresentar os resultados, pois isso pode desmotivar o interesse pela leitura.
DESENVOLVIMENTO: parte mais representativa do texto, na qual deve constar a exposição ordenada e pormenorizada do assunto tratado. Assim, divide-se em seções e subseções, que variam conforme a abordagem teórico-metodológica.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS, METODOLOGIA ou MATERIAL E MÉTODOS[1]:
traçado sistemático do percurso a ser seguido, desde a seleção das principais estratégias à execução do projeto. Nesta seção, procura-se descrever, entre outros itens, a tipologia do estudo, o método de coleta de dados, a população e a amostra da pesquisa, bem como os instrumentos e procedimentos específicos de coleta de dados.
APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DE DADOS ou RESULTADOS E DISCUSSÃO: os diversos resultados devem ser agrupados e ordenados convenientemente e podem eventualmente ser acompanhados de tabelas, gráficos ou figuras, com valores estatísticos para maior clareza. Os resultados obtidos por meio da pesquisa devem ser comparados com aqueles descritos na revisão de literatura. Para mais informações, consulte: NBR 10719.
CONSIDERAÇÕES FINAIS ou CONCLUSÕES: são, como o próprio nome já salienta, as conclusões correspondentes aos objetivos e hipóteses outrora abordados. Logo, esta seção, mais do que todas as outras do texto, deve ser escrita de forma lúcida e objetiva. É importante:
· confrontar o que foi constatado na interpretação dos resultados com as hipóteses formuladas inicialmente ou com o enunciado do problema;
· assinalar as discrepâncias entre o que foi constatado e o constante na teoria vigente;
· apontar como as provas obtidas mantêm, limitam ou rejeitam a teoria enfocada;
· recomendar futuros caminhos a seguir: continuidade da pesquisa, exploração mais adequada do assunto, novas temáticas, novas hipóteses, abrindo caminho para outros pesquisadores;
· mostrar aspectos de ordem prática ¾ de intervenção na natureza ou na sociedade humana ¾ conforme os resultados da pesquisa.
ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS
Os elementos pós-textuais completam o trabalho. São elementos pós-textuais: referências, apêndice(s), anexo(s) e índice(s).
REFERÊNCIAS: devem ser apresentadas em ordem alfabética e elaboradas de acordo com a Norma NBR 6023 da ABNT. Neste item, são apresentadas todas as obras citadas no texto.
1.2.3.2 APÊNDICE(S) (opcional): texto (ou documento) elaborado pelo autor, a fim de complementar seu ponto de vista. Deve ser identificado por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos.
Exemplo:
APÊNDICE A – Questionário
1.2.3.3 ANEXO(S) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo autor, que serve de fundamentação, comprovação e ilustração. Os anexos também são indicados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e seus respectivos títulos.
Exemplo:
ANEXO A - Representação gráfica de contagem de células
RECOMENDAÇÕES
Antes de entregar um trabalho, examine os seguintes aspectos:
· Se as referências bibliográficas estão de acordo com a última ABNT.
· Todas as citações utilizadas no texto foram referenciadas? Confira!
· Não é aceitável a simples fixação no alto, deve-se optar por uma fixação resistente ou durável, firmando o lado esquerdo do trabalho, por exemplo, em espiral.
· Cuidados que devem ser observados quando se opta por procurar um profissional para digitar um trabalho acadêmico:
a) escolha um bom profissional e revise o trabalho antes de entregá-lo. A responsabilidade pela qualidade do trabalho é do autor, portanto, não admita: rasuras, erros de digitação e má qualidade de impressão. Exija fornecimento de cópia do trabalho para análise prévia antes da editoração final;
b) é prudente que uma cópia do trabalho entregue permaneça com você. Para sua
comodidade, sugerimos que armazene seus trabalhos em CDs;
c) caso você precise entregar mais de uma cópia do trabalho, certifique-se de que todas
sejam de boa qualidade. Se forem fotocopiadas, cuidado dobrado!
APÊNDICE A – Modelo de capa
3,0cm
ASSOCIAÇÃO PARAIBANA DE ENSINO RENOVADO - ASPER
CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL: PUBLICIDADE E PROPAGANDA
PAULO JOSÉ DE SOUSA
3 cm 2 cm
A (DES) CONSTRUÇÃO DO DISCURSO PUBLICITÁRIO
EM OUTDOOR
5,0 cm
JOÃO PESSOA -PB
2009
2,0cm
APÊNDICE B - Modelo de folha de rosto
PAULO JOSÉ DE SOUSA
11,0cm
A (DES) CONSTRUÇÃO DO DISCURSO PUBLICITÁRIO EM OUTDOOR
7,0cm
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Coordenação do Projeto Experimental – PREX do Curso de Comunicação Social: Publicidade Propaganda da Associação Paraibana de Ensino Renovado - ASPER como requisito parcial à obtenção do grau de Comunicólogo.
Orientadores:
Profª Drª Maria Florina A Fischer
Prof ª Me. Maria de Lourdes Dantas
Prof ..........
JOÃO PESSOA - PB
2009
2,0cm
APÊNDICE C – Modelo de errata
ERRATA
FOLHA
LINHA / ILUSTRAÇÃO
ONDE SE LÊ
LEIA-SE
12
12
15
20
2
5
4
3
tragetória
concessões
fundamentado
paradigmático
Trajetória
concepções
fundamentação
paradigma
APÊNDICE D – Modelo de folha de aprovação
3,0cm
JOANA PAES LEMES
A (DES) CONSTRUÇÃO DO DISCURSO PUBLICITÁRIO EM OUTDOOR
3 cm 2 cm
Trabalho de Conclusão de Curso aprovado como requisito parcial para obtenção do título de Graduado em _________________________, Curso de _______________________, da ASSOCIAÇÃO PARAIBANA DE ENSINO RENOVADO – ASPER.
_______________________________________________
ORIENTADOR
________________________________________________
EXAMINADOR 1
_______________________________________________
EXAMINADOR 2
JOÃO PESSOA – PB , _________ DE__________ 2009.
2 cm
APÊNDICE E – Modelo de dedicatória
Aos meus familiares: esposo, filhos e filhas.
Aos alunos da ASPER, especialmente aos dos cursos de Publicidade e Propaganda.
Aos professores que compõem a equipe do PREX: ..............
APÊNDICE F – Modelo de agradecimento
3 cm
AGRADECIMENTOS
Ao final desta jornada, sei de quantas pessoas foram consultadas e...
OU
A
Manuel Francisco, pela colaboração,
Gorete, pela amizade de sempre, etc.
APÊNDIGE G - Modelo de epígrafe
Não falamos para dizer alguma coisa, mas para obter um determinado efeito.
Joseph Goebbels
APÊNDICE H - Modelo de sumário
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO.............................................................................................................. 00
1.1 JUSTIFICATIVA....................................................................................................... 00
1.2 HIPÓTESE................................................................................................................. 00
1.3 OBJETIVOS............................................................................................................... 00
1.4 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA............................................................................ 00
1.5 METODOLOGIA...................................................................................................... 00
1 CAPÍTULO.................................................................................................................. 00
1.1..................................................................................................................................... 00
1.2..................................................................................................................................... 00
1.2.1.................................................................................................................................. 00
2 CAPÍTULO................................................................................................................. 00
2.1..................................................................................................................................... 00
2.2..................................................................................................................................... 00
2.3..................................................................................................................................... 00
3 CAPÍTULO.................................................................................................................. 00
3.1..................................................................................................................................... 00
3.1.1.................................................................................................................................. 00
3.1.2.................................................................................................................................. 00
3.2..................................................................................................................................... 00
3.3..................................................................................................................................... 00
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS..................................................................................... 00
REFERÊNCIAS............................................................................................................. 00
APÊNDICES................................................................................................................... 00
ANEXOS......................................................................................................................... 00
APÊNDICE I – Modelo de lista de tabelas
LISTA DE TABELAS
TABELA 1: Análise comparativa da concorrência............................................................ 00
TABELA 2: Análise Swot................................................................................................. 00
TABELA 3: Distribuição da verba.................................................................................... 00
TABELA 4: Cronograma.................................................................................................. 00
TABELA 5: Distribuição das ações da campanha............................................................ 00
TABELA 6: Rádio............................................................................................................ 00
TABELA 7: Jornal............................................................................................................ 00
APÊNDICE J - Modelo de resumo
RESUMO
Durante o período clássico, filósofos e gramáticos desenvolveram uma teoria ideacional do significado de acordo com as sentenças que servem para realizar atos de pensamentos como julgamentos, pedidos, comandos e crenças para o propósito da comunicação. Na segunda metade do século XX Wittgenstein apontou em suas Investigações Filosóficas (1953) que significado e uso são sistematicamente relacionados à linguagem. De acordo com Wittgenstein nós aprendemos o significado das palavras aprendendo qual o papel e a função delas nos jogos de linguagem. Influenciados por Wittgenstein, Austin, Searle, Grice, Vanderveken, Leclerc e outros contribuíram para uma nova filosofia voltada para a análise da linguagem comum. De acordo com a filosofia da linguagem comum o significado do falante é a unidade primeira no uso e na compreensão das línguas naturais, é por isso que se considera o ato ilocucionário com suas condições de felicidade ao contrário das proposições com condições de verdade que são comumente assumidas na tendência lógica. É de acordo com os atos ilocucionários que o falante expressa e comunica seus pensamentos na realização do discurso. Tais atos são performativos no momento da elocução através da articulação de sentenças apropriadas num contexto adequado de enunciação. Austin estudou seriamente os atos ilocucionários elementares que possuem uma força ilocucionária. Ele esforçou-se na análise de suas condições de felicidade e dirigiu sua atenção para palavras que possuem seu significado determinado por certos tipos de ilocuções, avaliando suas condições de verdade. No passar de três décadas, a teoria dos atos de fala tornou-se um ramo da filosofia da linguagem. A linguagem é por excelência a maneira de expressarmos e comunicarmos nossos pensamentos conceituais. Na tradição filosófica, pensamentos conceituais são pensamentos que servem para representar fatos (estado de espírito, acontecimentos, ações e crenças, por exemplo). Nós nos remeteremos às palavras de Austin, Searle, Grice, Vanderveken e Leclerc para investigarmos a natureza da relação entre a mente, linguagem e mundo a fim de contribuirmos com a teoria do significado[2].
PALAVRAS-CHAVE: Filosofia da Linguagem; Atos de fala; Intencionalidade; Contexto; Conversação; Significado.
APÊNDICE L - Modelo de abstract
ABSTRACT
During the classical age, philosophical grammarians developed an ideational theory of meaning according to which sentence utterances serve to make acts of thoughts like judgments, requests, commands and beliefs for the purpose of communication. In the middle of the 20th century Wittgenstein pointed out in his Philosophical Investigations (1953) that meaning and use are systematically related in language. According to Wittgenstein we learn the meaning of words by learning how a role and functions in language-games. Influenced by Wittgenstein, Austin, Grice, Searle, Vanderveken, Leclerc and others contributed for a new philosophical trend devoted to ordinary language analysis. According to ordinary language philosophy, the primary units of speaker meaning in the use and communication of natural languages are therefore illocutionary acts with felicity conditions rather than propositions with truth conditions as it is commonly assumed in the logical trend. It is in the attempted performance of illocutionary acts that speakes express and communicate their thoughts in the conduct of discourse. Such acts are performed at a moment of utterance by uttering an appropriate sentence in an adequate context of utterance. Austin mainly studied elementary illocutionary acts which have a force. He attempted to analyze their felicity conditions and drew our attention to words whose meaning serve to determine types of illocutions rather than truth conditions. In the past three decades, speech act theory has branch of the contemporary theory of language. Language is the means by excellence of expressing and communicating our conceptual thoughts. In the philosophical tradition, conceptual thoughts are thoughts that are representations of facts (states of affairs, events, actions and beliefs, for example). We are referring to works by Austin, Grice, Searle, Vanderveken and Leclerc, who have clarified the nature of the relationship between the mind, language and the world by contributing to the theory of meaning[3].
KEY WORDS: Philosophy of language; Speech acts; Intentionality; Structure; Conversation; Meaning.
PARTE II
NORMAS DA ABNT PARA FORMATAÇÃO DO TEXTO
Sobre as normas
Norma é o mecanismo técnico que estabelece as regras e características mínimas que determinado estudo científico ou acadêmico deve cumprir. Dessa forma, a norma permite uma perfeita ordenação e a globalização dessas atividades. Com as normas, é possível trabalhar com um padrão, pois elas permitem que haja consenso entre pesquisadores ou cientistas. Abaixo estão algumas das normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) para elaboração de Trabalhos Científicos. Lembramos que este documento traz a maioria das normas, portanto, só utilize o que for conveniente para o seu trabalho.
Paginação
Todas as folhas do trabalho, a partir da folha de rosto, devem ser contadas mas não numeradas. A numeração é colocada, a partir da parte textual (introdução), em algarismos arábicos, no canto superior direito da folha, a 2 cm da borda superior, ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha. Havendo apêndice e anexo, as folhas devem ser numeradas de maneira contínua e a paginação deve dar seguimento à do texto principal. A capa não é contada nem numerada (Norma 14724/2002).
Margens
Ø Superior: 3 cm
Ø Inferior: 2 cm
Ø Esquerda: 3 cm
Ø Direita: 2 cm
Papel
Utilizar papel branco A-4 (21 cm X 29,7 cm). No caso do BOOK o papel deve estar timbrado com a marca da agência.
Espaçamento e fontes
O texto é digitado em espaço 1,5 em laudas (um só lado da folha). As fontes recomendadas são Times New Roman ou Arial (Word for Windows), tamanho 12. Entre os parágrafos pode - se deixar espaços duplos.
Fonte menor para:
a) 11 para citações longas;
b) 10 para notas de rodapé, paginação e legendas de ilustrações e tabelas.
Parágrafo:
A ABNT não é clara quanto ao tipo de parágrafo. Dessa forma, sugerimos a escolha da forma abaixo descrita:
· Parágrafo tradicional: 1ª linha (especial) – 1,25 cm de recuo na primeira linha.
Títulos:
· Títulos de capítulos e subtítulos, quando numerados, devem ser alinhados na margem esquerda;
· Títulos sem indicativo numérico devem ser centralizados, tais como: agradecimentos, lista de ilustração, lista abreviaturas e siglas, resumo, sumário, referências, glossário, apêndice, anexo, índice, errata (Norma 6024);
· Títulos de capítulos (caixa alta e negrito) devem ser diferenciados de subtítulos (caixa alta e sem negrito), no sumário e de forma idêntica no texto;
· Títulos de tabelas e figuras devem apresentar letras diferentes das do texto (negrito ou tamanho da letra);
· Os títulos de figuras e tabelas devem aparecer abaixo desses itens.
· Não colocar ponto final em títulos;
· Não utilizar fonte colorida para títulos;
· O texto inicia a 3 cm do título;
· O texto deve ser distribuído de forma a evitar que o título ou subtítulo de uma seção apareça no final de uma página e o texto da referida seção se encontre na página seguinte;
· Para evidenciar a sistematização do conteúdo do trabalho, deve-se adotar a numeração progressiva para as seções do texto, de acordo com o modelo a seguir:
1 SEÇÃO PRIMÁRIA
1.1 SEÇÃO SECUNDÁRIA
1.1.1 Seção terciária
1.1.1.1 Seção quaternária
1.1.1.1.1 Seção quinária
a) alínea;
b) alínea.
- subalínea
Evitar
· Títulos das seções no final da folha e texto na folha seguinte;
· Digitação de uma linha isolada no final ou início da folha;
· Separar as ilustrações do texto.
Palavras que devem aparecer em itálico
Termos técnico-científicos ou palavras estrangeiras: primeira letra do gênero em maiúsculo e a espécie em minúsculo. Ex.: Listeria monocytogenes, forma abreviada L. monocytogenes.
Siglas
Quando aparece pela primeira vez no texto, a forma completa do nome precede a sigla, colocada entre parênteses. Exemplo:
ASSOCIAÇÃO PARAIBANA DE ENSINO RENOVADO (ASPER)
Ilustrações
A ABNT (NBR - 6823) chama de ilustrações as figuras, tabelas e gráficos que, eventualmente, poderão ser utilizadas num trabalho científico para ilustrá-lo e completá-lo. As ilustrações podem figurar no corpo do trabalho ou anexadas ao seu final. Quando forem utilizadas no corpo do trabalho, deverão constituir-se num auxiliar para o esclarecimento e apoio das idéias que estão sendo apresentadas. Devem ser um elemento a mais e não uma mera repetição do que foi dito.
a) Figuras
As fotografias, quadros, lâminas, plantas, gráficos, organogramas, esquemas, desenhos e outros (com exceção de tabelas e quadros) são designadas e mencionadas no texto, sempre como “figuras”. O título deve ser breve, porém, explicativo, digitado abaixo da ilustração (no caso da revista as figuras devem seguir em arquivo anexo, com indicação de onde devem ser inseridas no texto, o mais próximo possível do trecho a que se referem e é importante que sejam observadas as condições mínimas necessárias para que, posteriormente, seja possível a obtenção de cópias do Trabalho.
b) Tabelas e Quadros
As tabelas constituem um tipo específico de ilustração e são uma unidade autônoma. Devem ser numeradas consecutivamente com algarismos arábicos que seguem a palavra Tabela, escrita em letras minúsculas. Ex.: Tabela 1, Tabela 2, Tabela 3...
A identificação deve ser digitada acima da ilustração ou quadro. Abaixo, deve constar a fonte e ano de elaboração ou publicação.
Exemplo:
GRÁFICO 1: Sexo
Fonte: Pesquisa Mercadológica – Agência Dois Rios (2008)
NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE CITAÇÕES (NBR 10520)
Citação representa a menção, no texto, de uma informação extraída em outra fonte. Por isso, faz-se necessário indicar tal fonte e, para tanto, utiliza-se o sistema autor-data. Além deste sistema, há o sistema numérico. A citação pode ser direta ou indireta, de fonte escrita ou oral.
1 Citação direta ou textual: transcrição fiel de um texto (ou parte dele), mantendo-se a grafia, pontuação, uso de maiúsculas e idioma. Deve-se usá-la apenas quando um pensamento significativo for particularmente bem expresso ou absolutamente essencial ao texto.
A citação direta obedece às seguintes normas:
a. Citação direta de até três linhas digitadas: deve ser inserida no parágrafo, entre aspas.
Exemplo 1:
Segundo Câmara Júnior (1986, p. 11), “a sociedade humana, em confronto com os aspectos rudimentares das colônias dos animais gregários, é, na sua tremenda complexidade, uma conseqüência da posse da linguagem”. Nesse sentido, a linguagem é, por excelência, veículo essencial na expressão do pensamento.
Exemplo 2:
Os estudos sociocognitivistas mostram que nós conceptualizamos o mundo via metáforas, graças a uma relação entre domínios de conhecimentos expressos lingüisticamente. De forma que, “o paradigma cognitivo para a metáfora mostra que as áreas mais intangíveis de nossas experiências diárias são entendidas em termos do que é familiar e concreto para os falantes” (CHIAVEGATTO, 2002, p. 157).
b. Citação direta com mais de três linhas digitadas: deve ser destacada com recuo de 4 cm da margem esquerda (sem deslocamento da primeira linha e terminando na margem direita), em espaço simples e com fonte menor (11) que a usada no texto.
Exemplo:
O desenvolvimento do raciocínio lógico na Escola Infantil se dá paralelamente ao desenvolvimento sensorial e podemos contribuir para desenvolver a ambos através de inúmeras atividades de refinamento da percepção. O primeiro procedimento consiste em fazer com que a criança reconheça o que é semelhante e o que é diferente, valendo-se especialmente dos jogos de formação de pares (CERQUETTTI-ABERANKE, 1997, p. 62).
2 Citação indireta ou livre: corresponde ao texto redigido pelo autor a partir das idéias de outro(s) autor(es). A citação indireta pode aparecer sob duas formas principais: paráfrase ou condensação. Em ambas, é indispensável a indicação da fonte.
Exemplo 1:
A Pragmática, ao considerar a linguagem a partir do uso que os intercolutores fazem em função da ação que exercem uns sobre o outro, fez surgir preocupações que não haviam sido registradas pela Lingüística da Frase, destacando o lugar do sujeito da enunciação no campo dos estudos lingüísticos (SILVA, 2004).
Exemplo 2:
Segundo Meireles (1999), o princípio da eficiência é o mais moderno do campo administrativo, contentando-se não apenas com a legalidade, mas também com o resultado positivo do serviço público e o conseqüente atendimento satisfatório da comunidade.
Exemplo 3:
Os primeiros estudos sistemáticos sobre concepções matemáticas datam do final da década de 70 (FERREIRA, 2002).
a. Citação indireta de diversos textos (vários autores): os autores devem ser separados por ponto-e-vírgula, em ordem alfabética.
Exemplo 4:
A pobreza interpretativa de muitos estudos, várias vezes apontada em avaliações da produção científica nas áreas da educação, deve -se essencialmente à ausência de um quadro teórico criteriosamente selecionado (ALVES MAZZOTTI, 2002; GATTI, 1987; WARDE, 1990).
3 Citação de citação: é a referência a um material ao qual não se teve acesso, mas do qual se tomou conhecimento via citação em outro trabalho. Assim, só deve ser usada na total impossibilidade de acesso ao escrito original, como nos casos de livros muito antigos, que já estão esgotados. Sua indicação pode ser feita tanto no sistema autor-data quanto no sistema numérico, devendo ser utilizada a expressão citado por ou apud. Quando das referências, deve-se mencionar apenas a obra consultada.
Exemplo 1:
Segundo Merleau-Ponty (1969 apud PAVIANI, 2003), a ciência tem um pensamento de sobrevôo, sendo capaz de manipular as coisas e, simultaneamente, incapaz de habitá-las.
Exemplo 2:
"[...] the notion of reaction to other people’s behavior and fortunes and of attitudes and expressions of attitudes to someone else’s past conduct or imminent conduct”" (AUSTIN, 1962, p. 160 apud SILVA, 2005, p. 58).
4 Uso da expressão sic: serve para indicar equívocos gráficos ou de qualquer outra natureza, informando ao leitor que o referido equívoco é de responsabilidade do autor da obra original.
Exemplo:
"O ministro Antônio Rogério Magri afirmou ontem que Fernando Collor é imexível [sic]."
5 Citação de entidades coletivas: recomenda-se que sejam indicadas por suas siglas, desde que tenham sido anteriormente referidas por extenso, no primeiro momento que apareceram no texto.
Exemplo:
Atualmente, há uma superioridade numérica de mulheres na população brasileira (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, 2000).
6 Citação de documentos divulgados por órgãos administrados pelo governo, sem autoria própria, devem ser indicados pelo nome geográfico do país, estado ou município, seguido pela data do documento.
Exemplo:
No texto:
O mecanismo proposto para viabilizar esta concepção é chamado contrato de gestão, que conduziria à captação de recursos privados como forma de reduzir os investimentos públicos no ensino superior (BRASIL, 1995).
Na lista de referências:
BRASIL. Ministério da Administração Federal e da Reforma do Estado. Plano diretor da reforma do aparelho do Estado. Brasília, DF, 1995.
7 Citações de publicações sem autor: são referidas pelo título. Caso o título seja muito longo, recomenda-se que seja indicado pelas primeiras palavras, seguidas de reticências e do ano, desde tenha sido anteriormente mencionado por completo.
Exemplo:
(AS atividades..., 2005).
8 Entrevistas citadas: devem ser apresentadas ao longo do texto, entre aspas, em itálico.
9 Quando a citação incluir texto traduzido pelo autor, deve-se incluir, após a chamada da citação, a expressão "tradução nossa" entre parênteses.
Exemplo:
“[...] a noção de reação ao comportamento e à sorte de outras pessoas, e a noção de atitude e expressão de atitude diante da conduta passada ou iminente de alguém" (AUSTIN, 1962, p. 160, tradução nossa).
10 Quando o(s) nome(s) do(s) autor(es), instituição(ões) responsável(eis) estiver(em) incluído(s) na sentença, indicam-se a data e a(s) página(s), entre parênteses.
Exemplo:
Conforme salienta Andrade (2003, p. 25-25), o conceito de representação social evidencia a idéia de que grande parte da sociedade assimila e aceita conhecimentos elaborados por especialistas, via representações ao senso comum dos mais diferentes grupos.
11 Quando houver coincidência de autores com o mesmo sobrenome e data, acrescentam-se as iniciais de seus prenomes; se ainda assim permanecer a coincidência, colocam-se os prenomes por extenso.
Exemplos:
(BARBOSA, C., 1958) (BARBOSA, Cássio, 1965)
(BARBOSA, O., 1958) (BARBOSA, Celso, 1965)
NOTAS DE RODAPÉ
São comentários que servem para registrar observações ou aditamentos ao texto, feitos pelo autor, tradutor ou editor. Devem estar alinhadas, a partir da segunda linha da mesma nota, abaixo da primeira letra de cada palavra, de forma a destacar o expoente e sem espaço entre elas e com fonte menor (10).
NOTAS DE REFERÊNCIAS
A numeração é feita por algarismos arábicos e deve ser única e consecutiva para cada capítulo ou parte. Não se deve iniciar a numeração a cada página. A primeira citação de uma obra deve ser completa e as demais podem ser referenciadas de maneira abreviada, valendo-se das seguintes expressões latinas:
Idem ou Id. = mesmo autor;
Ibidem ou Ibid. = na mesma obra;
Opus citatum ou op. cit. = obra citada;
Passim = aqui e ali, em diversas passagens;
Loco citado ou loc. cit. = no lugar citado
Confira, confronte = Cf.;
Sequentia ou et. Seq. = seguinte ou que se segue;
Apud = citado por, conforme, segundo . (Esta expressão também pode ser usada no texto).
Obs.: todas as expressões acima reportadas só podem ser utilizadas na mesma página ou folha a que se referem.
NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS (NBR - 6023/2002)
Regras Gerais de Apresentação:
Apresentar as referências bibliográficas e a bibliografia com espaço simples entre as linhas de cada referência e duplo entre uma referência e outra;
As referências são alinhadas somente à margem esquerda e de forma a se identificar individualmente cada documento;
A pontuação segue padrões internacionais e deve manter-se uniforme para todas as referências;
As abreviaturas devem estar conforme a NBR 10522;
Os recursos tipográficos (negrito, grifo ou itálico) utilizados para destacar o elemento título devem ser uniformes em todas as referências de um mesmo documento.
1 Referências de Livros:
Ordem dos elementos:
· autor da publicação iniciado pelo sobrenome em maiúsculo, seguido do nome em minúsculo (SOBRENOME, NOME.);
· título do livro e subtítulo. Apenas a primeira letra do título é em maiúscula, exceto nos casos de existência de nomes próprios.Só o título deve estar em negrito;
· número da edição;
· local da publicação (quando houver mais de um, indicar o mais destacado);
· editor (quando houver mais de um indica-se o primeiro);
· ano da publicação.
Exemplos:
Com um autor:
PAIVA, Vanilda Pereira. Educação popular e educação de adultos. 2. ed. São Paulo: Edições Loyola, 1983.
Com dois ou três autores:
FONSECA, Joaquim; FONSECA, Fernanda Irene. Pragmática lingüística e ensino do português. Coimbra: Almeida Livraria, 1990.
Com mais de três autores: são indicados pelo sobrenome do primeiro, seguido da expressão et al.
LUCKESI, Cipriano et al. Fazer universidade: uma proposta metodológica. São Paulo: Cortez, 1985.
Obs.: em obras compostas formadas por vários trabalhos de diversos autores, a referência inicia com o sobrenome do organizador.
FELTES, Heloísa Pedrosa de Moraes (Org.). Produção de sentido: estudos transdisciplinares.Caxias do Sul: Educs, 2003. 460p.
Capítulo de livros com autoria própria:
SANTOS, F. R. dos. A colonização da Terra do Tucujús. In: ______. História do Amapá, 1º grau. 2. ed. Macapá: Valcan, 1994. cap. 3, p.15-24.
CHIAVEGATTO, Valéria Coelho. Gramática: uma perspectiva sociocognitiva. In: CHIAVEGATTO, Valéria Coelho (Org.). Pistas e travessias II. Bases para o estudo da gramática, da cognição e da interação. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2002. p. 131-212.
Autoria indefinida: a referência bibliográfica de uma obra anônima é feita pelo título da obra, sendo a primeira palavra impressa em letras maiúsculas.
MANUAL para elaboração de projetos. Rio de Janeiro: Zahar, 1998.
2 Artigo e/ou Matéria de Periódico:
Ordem dos elementos:
autor (es) (se houver);
título do artigo ou matéria;
subtítulo (se houver);
título da publicação;
local de publicação;
numeração correspondente ao volume e/ou ano;
as informações de período e data de publicação.
Exemplo:
GURGEL, C. Reforma do Estado e segurança pública. Política e administração, Rio de Janeiro, v. 3, n. 2, p. 15 21, set. 1997.
Artigo de Revista Institucional:
COSTA, V. R. À margem da lei: o Programa Comunidade Solidária. Em pauta. Revista da Faculdade de Serviço Social da UERJ, Rio de Janeiro, n. 12, p. 131- 148, 1998.
3 Artigo e/ou Matéria de Jornal:
Ordem dos elementos:
autor (es) (se houver);
título, subtítulo (se houver);
título do jornal;
local de publicação;
data de publicação, seção, caderno ou parte do jornal e a paginação correspondente.
Artigo de jornal diário:
NAVES, P. Lagos andinos dão banho de beleza. Folha de São Paulo, São Paulo, 28 jun. 1999. Folha Turismo, Caderno 8, p. 13.
Obs.: Quando não houver seção, caderno ou parte, a paginação do artigo ou matéria precede a data.
4 Referências de materiais não-publicados (apostilas e notas de aula)
DIAS SOBRINHO, José. Avaliação institucional: teoria e experiências. 1995. (Notas de aula do professor Dilvo I. Ristoff).
5 Referências de trabalho apresentado em evento (congressos, conferências, reuniões etc.)
Ordem dos elementos:
· sobrenome do autor em maiúsculo e nome em minúsculo. SOBRENOME, Nome;
· título do trabalho apresentado seguido da expressão "In:";
· título do evento;
· numeração do evento (se houver);
· ano e local de realização;
· título, subtítulo (se houver) do documento (anais...);
· local e editora;
· data de publicação;
· página inicial e final da parte referenciada.
Resumo de Trabalho em Congresso:
ALVES, L.; BAYER, C.; MIELNICZUK, j. Alterações qualitativas da matéria orgânica
e os fatores determinantes da sua estabilidade num solo podzólico vermelho escuro em diferentes sistemas de manejo. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIENCIA DO SOLO, 26. 1997, Rio de Janeiro. Resumos... Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 1997. p. 443, ref. 6-141.
Trabalho Publicado em Anais de Congresso:
BRAYNER, A. R. A.; MEDEIROS, C. B. Incorporação do tempo em SGBD orientado a objetos. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE BANCO DE DADOS, 9., 1994, São Paulo. Anais... São Paulo: USP, 1994. p. 16-29.
6 Referências de documentos eletrônicos: artigo, matéria, reportagem publicada em periódicos, jornais e outros, em meio eletrônico.
Artigo de Revista:
RIBEIRO, P. S. G. Adoção à brasileira: uma análise sócio-jurídica.Datavenia, São Paulo, ano 3, n. 18, ago. 1998. Disponível em:
Matéria de Revista não Assinada:
WINDOWS 98: o melhor caminho para atualização. PC World, São Paulo, n. 75, set. 1998. Disponível em:
Matéria de Jornal Assinada:
SILVA, I.G. Pena de morte para o nascituro. O Estado de S. Paulo, São Paulo, 19 set. 1998. Disponível em:
Artigo de Jornal Científico:
KELLY, R. Electronic publishing at APS: its not just online journalism.APS News Online, Los Angeles, Nov. 1996. Disponível em:
Matéria de jornal não assinada:
ARRANJO tributário. Diário do Nordeste Online, Fortaleza, 27 nov. 1998. Disponível em:
Informação provinda de listas de discussões:
BIOLINE Discussion List. List maintained by the Base de Dados Tropical, BDT in Brasil.
Disponível em:
Publicações de documento jurídico:
Legislação: requer jurisdição (ou ainda cabeçalho da entidade, quando se tratar de normas), título, numeração, data e dados da publicação. Em se tratando de Constituição e suas respectivas emendas, entre o nome da jurisdição e o título, acresce-se a palavra Constituição, seguida do ano de sua promulgação, entre parênteses.
a) Constituição[4]
BRASIL, Constituição (1988). Emenda constitucional n° 9, de 9 de novembro de 1995.Lex: legislação federal e marginalia, São Paulo, v.59, p. 1966, out./dez. 1995.
b) Leis e decretos
BRASIL, Decreto-lei n° 3.474, de 19 de maio de 2000. Regulamenta a Lei 9.841, de 5 de outubro de 1999, que institui o Estatuto da Micro-Empresa e da Empresa de Pequeno Porte e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 22 de maio 2000.
c) Medida Provisória
BRASIL, Medida provisória n° 1.569-9, de 11 de dezembro de 1997. Estabelece multa em operações de importação, e dá outras providências. Diário oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 14 de dez. 1997. Seção 1, p. 29514.
Jurisprudência: súmulas, enunciados, acórdãos, sentenças e outras decisões judiciais. Requer: jurisdição e órgão judiciário competente, título (natureza da decisão ou ementa) e número, partes envolvidas (se houver), relator, local, data e dados de publicação.
Exemplo:
BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Habeas-corpus n° 181.636-1, da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF, 6 de dezembro de 1994. Lex: jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v.10, n. 103, p.236-240, mar. 1998.
Doutrina Jurídica: inclui qualquer discussão técnica acerca de questões legais (monografias, artigos de periódicos, papers etc.) citada de acordo com o tipo de publicação.
a) Livro de doutrina jurídica
RIOS, Josué. Guia dos seus direitos. 11. ed. São Paulo: Globo, 2001.
b) Fascículo de revista
REVISTA JURÍDICA. Curitiba: Faculdades Integradas Curitiba, ano 16, n. 14, 2001.
Imagem em movimentos (filmes, videocassetes, DVDs e outros): título, diretor, produtor, local, produtora, data e especificação do suporte em unidades físicas. Se necessário, acrescentam-se alguns elementos complementares: subtítulo (caso exista), roteirista, elenco principal, som, cor, dimensões, sistema de gravação.
a) Vídeo[5]
AS CINCO doenças fatais da administração. Palestra de W. de Edwards Deming. São Paulo: Encyclopaedia Britannica, 1997. 1 videocassete (16 min), son., color, VHS / NTSC.
PREDADORES selvagens. Direção: G. Dieter Palge e Mike Price. Produção: Colin Willock. São Paulo: Abril Coleções, 1996. 1 videocassete (52 min), son., color, VHS / NTSC.
b) DVD
O SENHOR dos anéis. Direção: Peter Jackson. Atores: Elijah Wood; Ian Mckellen; Viggo Mortensen; Sean Artin; Liv Tyler; Sean Bean; Cate Blanchett; Ian Holm; Hugo Weaving; Orlando Bloom; Christopher Lee; John Rhys-Davies. Los Angeles: Warner Bros., 2003.1 DVD (200 min),widescreen, color. Produzido por Natinal Geographic Society.
c) Filme
CENTRAL do Brasil.Direção: Walter Salles Júnior.Produção: Martire de Clermont-Tonnerre e Arthur Cohn. Intérpretes: Fernanda Montenegro; Marília Pera; Vinícius de Oliveira; Sônia Lira; Othon Bastos; Matheus Nachtergale e outros. Roteiro: Marcos Bernstein, João Emanuel Carneiro e Walter Salles Júnior.[ S.l]: Le Studio Canal; Riofilme MACT Productions, 1998. 1 bobina cinematográfica (106 min), son., color., 35mm.
Documentos iconográficos: pintura, gravura, fotografia, desenho técnico, diapositivo, diafilme, material estereográfico, transparência, cartaz e outros. Requer: autor, título (se não existir, atribui-se uma denominação ou indicação Se título, entre colchetes), data e especificação do suporte.
a) Pintura
SILVEIRA, Pedro Benedito. Mestre Vitalino. 1949. 1 óleo sobre tela, color., 80cm x 100cm. Coleção Mestres da Arte, Caruaru
b) Gravura
SHANA, A. Samba. 1982. 1 gravura, serigrafia, color., 23cm x 43cm. Coleção Particular.
c) Fotografia em papel
SANDER, Clóvis. Cristo Redentor: construção das escadas rolantes. 2002. 1 fot., p & b, 41cm x 26cm.
d) Transparência
CASTRO, Onireves Monteiro de. Análises do discurso do professor do PEC. João Pessoa: PPGL, 2005. 20 transparências, color., 25cm x 20cm.
e) Diapositivos (Slides)
CAJAZEIRAS ontem e hoje. Cajazeiras: Sermap, 2005. 100 diapositivos, color., 5cm x 5cm.
Documento sonoro no todo: disco, CD (compact disc), cassete, rolo, entre outros. Requer: compositor (es) ou intérprete(s). Título. Local: Gravadora (ou equivalente), data. Especificação do suporte.
a) Compact Disc. CD
PINHEIRO, Paulo César. O Lamento do samba. Rio de Janeiro: Acari Records & Biscoito Fino, 2003. 1 CD.
b) Entrevista gravada
MELO, Fernando Collor de Melo. Fernando Collor de Melo: depoimento [agosto 2005]. Entrevistadores: Joana Furtado e Eleonora Guinevère. Maceió: LDI -AL, 2001. 2 cassetes sonoros. Entrevista concedida ao Jornal Gazeta de Alagoas do LDI -AL.
Documento sonoro em parte: partes e faixas de documentos sonoros. Requer: compositor (es), intérprete(s) da parte (ou faixa de gravação), título, seguidos da expressão In:, e da referência do documento sonoro no todo. No fim da referência, informa-se a faixa ou outra forma de individualizar a parte referenciada.
Exemplo:
VOX, Bonato. Beautiful day. Intérprete: U2. In: _______. U2 All that you can’t leave behind. [S.1]: Universal, 2000. 1 CD (50 min). Faixa 1 (4 min 6s).
Documento cartográfico: atlas, mapas, globo, fotografia aérea e outros. As referências obedecem, se necessário, aos padrões de outros tipos de documentos.Assim, requer: autor(es), título local, editora, data de publicação, designação específica e escala.
a) Atlas
ATLAS Geográfico Mundial. São Paulo: Folha de São Paulo, 1994. 1. atlas. Escalas variam.
ATLAS das Relações Internacionais. 2. ed. Lisboa: Plátano, 2000. 1 atlas. Escalas variam.
b) Mapa
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Mapa do Brasil. Rio de Janeiro: IBGE, 2000. 1 mapa, color., 120cm x 100cm. Escala: 1:6.000.000.
b) Globo
MARQUES, J. F. Globo. São Paulo: Instituto Cartográfico Nacional, [199-]. 1 globo, color., 31cm de diâmetro. Escala:1: 41.849.
c) Fotografia aérea
INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo, SP). Projeto Lins Tupã: foto aérea. São Paulo, 1986. 1 fotografia aérea. Escala 1: 35.000. Fx 28, n.15.
Informação recebida via e-mail:
ACCIOLY,F. Publicação eletrônica[mensagem pessoal]. Mensagem recebida por
OBSERVAÇÕES COMPLEMENTARES
· Várias obras de um mesmo autor e data devem ser diferenciadas por meio de letras minúsculas em ordem alfabética. Exemplo:
Alves (1998a) Alves (1998b)
· O nome do autor de várias obras referenciadas sucessivamente deve ser substituído, nas referências seguintes à primeira, por um traço (de seis toques). Essa referência deve ser feita em ordem cronológica crescente, a partir do ano de publicação.
Exemplo:
MARQUES, Juraci C. Ensinar não é transmitir...
______ . Paradigma para análise do ensino...
· Se nenhuma data de publicação, distribuição, impressão, etc. puder ser determinada, registre uma data aproximada entre colchetes.
Exemplos:
[1981?] para data provável;
[ca.1960] para data aproximada
[197-] para década certa
[18--] para século certo
[18--?] para século provável.
[1] Em se tratando do Trabalho de Conclusão de Curso, os itens 16 e 17, respectivamente PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS, METODOLOGIA ou MATERIAL E MÉTODOS e APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DE DADOS ou RESULTADOS E DISCUSSÃO, podem configurar no próprio espaço do DESENVOLVIMENTO, inclusive intitulado como qualquer outro capítulo do texto. Aliás, essa tem sido a forma mais corriqueira nos dias atuais.
[2] SA JÚNIOR, Lucrécio Araújo de. A teoria dos atos de fala na Filosofia da Linguagem. Dissertação de Mestrado. João Pessoa: UFPB, 2006.
[3] SA JÚNIOR, Lucrécio Araújo de. A teoria dos atos de fala na Filosofia da Linguagem. Dissertação de Mestrado. João Pessoa: UFPB, 2006.
[4] Exemplos extraídos de ROLIM, Maria do Carmo Marcondes Brandão. Manual de apresentação de trabalhos científicos (PED). Curitiba: IESD, 2004.
[5] Aqui, também, os exemplos são extraídos de ROLIM, Maria do Carmo Marcondes Brandão. Manual de apresentação de trabalhos científicos (PED). Curitiba: IESD, 2004.
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